Recessão econômica e desempenho das cooperativas de crédito brasileiras

dc.creatorFernanda Alves Cordeiro
dc.creatorValéria Gama Fully Bressan
dc.creatorWagner Moura Lamounier
dc.creatorLucas Ayres Barreira de Campos Barros
dc.date.accessioned2023-04-04T15:53:28Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:38Z
dc.date.available2023-04-04T15:53:28Z
dc.date.issued2018-07
dc.identifier.isbn978-85-98571-17-1
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51552
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso Da Sociedade Brasileira De Economia, Administração E Sociologia Rural - SOBER
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCooperativas de credito
dc.subjectRecessão (Economia)
dc.subject.otherCooperativas de crédito
dc.subject.otherRecessão Econômica
dc.subject.otherDesempenho
dc.titleRecessão econômica e desempenho das cooperativas de crédito brasileiras
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage20
local.citation.issue56
local.citation.spage1
local.description.resumoO presente estudo analisou a ocorrência de possíveis impactos nos determinantes de desempenho das cooperativas de crédito brasileiras entre 2015 e 2016 em decorrência dos efeitos da recessão econômica iniciada em 2015 no Brasil. Devido ao problema de endogeneidade e à característica recursiva das proxies de desempenho, utilizou-se a abordagem de painel dinâmico por meio do Método dos Momentos Generalizados Sistêmico (GMM – Sistêmico). A amostra compreendeu 795 cooperativas de crédito singulares referente ao período de 2010 a 2016, excluídas as classificadas como capital e empréstimo. Os dados foram obtidos no site do Banco Central do Brasil. Concluiu-se que a recessão econômica iniciada no Brasil em 2015 impactou o desempenho das cooperativas de crédito brasileiras. Esse achado está em conformidade com o estudo de Groeneveld e Vries (2009), sobre a resiliência das cooperativas de crédito europeias, que constatou que apesar das cooperativas serem mais estáveis que os bancos em períodos crise, elas não ficaram imunes a suas consequências. No Brasil, a forma pela qual a instabilidade influenciou o desempenho das cooperativas de crédito está relacionado ao porte dessas instituições. As cooperativas menores mostraram-se mais expostas ao risco comparativamente às maiores, que visam à obtenção de recursos em escala. Como forma de amenizar os entraves ocasionados pelo cenário de recessão econômica, a busca por geração de rendas não decorrentes de operações de crédito, tais como: Rendas de Aplicações Interfinanceiras de Liquidez, Rendas com Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos, Rendas de Prestação de Serviços e Outras Receitas Operacionais, mostraram-se relevantes para as cooperativas de crédito brasileiras.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://icongresso.itarget.com.br/tra/arquivos/ser.8/1/8763.pdf

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