Acolhimento às crianças na atenção primária à saúde: um estudo sobre a postura dos profissionais das equipes de saúde da família

Carregando...
Imagem de Miniatura

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Federal de Minas Gerais

Descrição

Tipo

Dissertação de mestrado

Título alternativo

Primeiro orientador

Membros da banca

Joel Alves Lamounier
Maria Leticia Ramos Jorge

Resumo

O presente trabalho teve como objetivo avaliar a prática do acolhimento às crianças de 0 a 6 anos nas equipes de saúde da família do município de Diamantina-Minas Gerais. Trata-se de estudo transversal em uma amostra aleatória estratificada e proporcional realizada com 384 responsáveis por crianças cadastradas em seis equipes de saúde da família. Os dados foram coletados nos meses de maio e junho de 2009, por meio do instrumento elaborado e validado no Brasil, chamado Instrumento de Avaliação da Atenção Primária (PCATool). Os dados foram digitados e analisados de forma descritiva e analítica pelo programa SPSS versão 15.0. Em relação às crianças 52,9% eram do sexo feminino, 55,5% menores de 3 anos, 71,6% viviam com o pai e a mãe. A média da idade das mães foi de 28 anos (DP=6,6) e dos pais 35 anos (DP=7,9). O principal responsável pela procura dos serviços de saúde para o atendimento a saúde da criança foi a mãe 87,5%, seguida da avó 7,6%, sendo estas 47,4% donas de casa. O serviço de referência para o atendimento foi a unidade de saúde da família (77,6%), seguido de 13,3% de um consultório específico de um médico/clínica privada. Dos que tem como referência a unidade de saúde da família, 61% procuram por causa do serviço, 25% por causa do enfermeiro e 12,5% por causa do médico. Em relação ao acolhimento postura do profissional responsável por atendimento a saúde de sua criança na equipe de saúde da família, 74,2% consideram que o profissional entende o que ele diz e pergunta, e 79,2%, responde da forma que ele entende. Para 77,2% dos responsáveis sempre que ele precisa conversar com o profissional ele consegue, e 73,8% se sentem à vontade para falar com o profissional. A partir destes resultados pode-se inferir que o acolhimento/postura nestes serviços tem permitido uma interação usuário- profissional satisfatória, imprescindível para um atendimento a saúde com qualidade.

Abstract

Assunto

Humanização da assistência, Acolhimento, Relações profissional-família, Atenção primária à saúde, Saúde da família, Pediatria

Palavras-chave

Acolhimento, família

Citação

Departamento

Curso

Endereço externo

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por