O cinema de Ingmar Bergman: a construção dos elementos estilísticos e existencialistas em Gritos e Sussurros

dc.creatorHellen Silvia Marques Gonçalves
dc.date.accessioned2020-10-10T14:59:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:11:34Z
dc.date.available2020-10-10T14:59:50Z
dc.date.issued2019-12-06
dc.description.abstractThis research aims to analyze the creation of the audio and visual stylistic elements from a sample of the extensive cinematographic work of Ingmar Bergman, approaching them to the existentialist theory, seeking to understand how the filmmaker discusses certain philosophic concepts through his characters and narratives, and the interaction between image and audio. In order to do so, the scientific clipping established as the primary font was the movie Cries and Whispers (1972), considering that this work is distinguished by the return of the proximity between the swedish filmmaker and the existentialism of Søren Kierkegaard, becoming an exception amid the agnostic existentialism that prevailed during almost twenty years in bergman's filmography, between 1963 and 1981. Firstly the premises of Marc Ferro were discussed to analyze the swedish mentality, that permeated the director accordingly to what was pursued and applied in his cinematography, enhancing the influence of romantic swedish and slavic tradition, in literature and painting. In this regard, pictoric images, the soundtrack, conceptual coordinates and the existentialist foundations of the movie were analyzed. Therefore, from researching the stylistic elements brought up by Bergman, a chain of possibilities that relate his work to kierkegaardian philosophy, displaying how the characters stand in the stages of the life path exposed by the danish philosopher.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34263
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBergman, Ingmar, 1918-
dc.subjectDiretores e produtores de cinema - Suécia
dc.subjectCinema - Estética
dc.subjectCinema - Filosofia
dc.subjectCinema
dc.subject.otherArtes
dc.subject.otherCinema
dc.subject.otherEstilo
dc.subject.otherIngmar Bergman
dc.subject.otherExistencialismo
dc.titleO cinema de Ingmar Bergman: a construção dos elementos estilísticos e existencialistas em Gritos e Sussurros
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Leonardo Álvares Vidigal
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9435647910410137
local.contributor.referee1Ana Lúcia Menezes de Andrade
local.contributor.referee1Ursula de Almeida Rösele
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4739554587121533
local.description.resumoEsta pesquisa tem como objetivo analisar a construção de elementos estilísticos visuais e sonoros de um exemplar da extensa obra cinematográfica de Ingmar Bergman, aproximando-os da teoria existencialista, buscando compreender como o cineasta realiza uma discussão sobre determinados conceitos filosóficos por meio de suas personagens, da narrativa empregada e da interação entre imagem e som. Para tanto, o recorte do trabalho estabeleceu como fonte primária o filme Gritos e Sussurros (1972), dado que seu conteúdo se caracteriza pelo retorno da aproximação do cineasta sueco ao existencialismo elaborado por Søren Kierkegaard, tornando-se um índice de exceção da predominância do existencialismo agnóstico que perdurou por quase vinte anos na filmografia bergmaniana, no período de 1963 a 1981. Primeiramente, procurou-se discutir alguns pressupostos de Marc Ferro para empreender uma análise sobre a mentalidade sueca, na qual estava impregnado o diretor, de acordo com o que foi buscado e evidenciado em sua cinematografia, salientando a influência da tradição romântica sueca e eslava, na literatura e pintura. Nesse sentido, foram explicitadas algumas coordenadas conceituais referentes às imagens pictóricas, à trilha sonora e aos fundamentos existencialistas. Logo, a partir da investigação dos elementos estilísticos abordados por Bergman, abriu-se uma cadeia de possibilidades que corroboram paralelos com a filosofia kierkegaardiana, demonstrando como as personagens se situam nos estádios do caminho da vida expostos pelo filósofo dinamarquês.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2285-9321
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEBA - ESCOLA DE BELAS ARTES
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Artes

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