Geo-grafias da comunidade: investigações a partir do excesso da vida e a margem da multidão

dc.creatorFrederico Canuto
dc.date.accessioned2019-08-13T02:26:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:17:27Z
dc.date.available2019-08-13T02:26:15Z
dc.date.issued2012-05-31
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-8UXJV3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLiteratura portuguesa Historia e critica
dc.subjectHelder, Herberto, 1930- Passos em volta Crítica e interpretação
dc.subjectPessoa, Fernando, 1888-1935 Livro do desassossego Crítica e interpretação
dc.subjectCartografia
dc.subjectGeografia na literatura
dc.subjectEspaço e tempo na literatura
dc.subject.otherComunidade
dc.subject.otherGeografia
dc.subject.otherEspaço Literário
dc.titleGeo-grafias da comunidade: investigações a partir do excesso da vida e a margem da multidão
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Sabrina Sedlmayer Pinto
local.contributor.referee1Elisa Maria Amorim Vieira
local.contributor.referee1Cassio Eduardo Viana Hissa
local.contributor.referee1Izabela Guimarães Guerra Leal
local.contributor.referee1Carlos Eduardo Schmidt Capela
local.contributor.referee1Fabíola Silva Tasca
local.description.resumoO presente trabalho tem como objetivo pensar a questão geográfica em sua especificidade no campo literário como articuladora de um pensamento comunitário espacial a partir de uma leitura cerrada de duas obras seminais portuguesas, o Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa, e Os Passos em Volta, de Herberto Helder. Compreendendo o espaço literário como lugar de produção de territorialidades heterotópicas por uma grafia, aqui denominada geo-grafia, pretende-se cartografá-las em sua dimensão comunitária, dada pelo encontro entre um e outro, entre o que se conhece e o que traz um potencial de estranhamento. Essas geo-grafias serão expostas em dois guias cartográficos aqui trabalhados: o mapa, interessado nos movimentos de produção de cada espacialidade produzida nas obras, e o atlas, voltado a compreender os limites desses mapas quando em conjunto. Os mapas, nos quais fluem movimentos literários específicos e singulares, através de vestígios, tanto em termos narrativos quanto da grafia e escrita, são os objetos desta tese, a fim de expor os modos como Pessoa e Helder fundam comunidades a partir de desfuncionalizações, inoperalizações e transformações na língua pelos espaços. O atlas, por sua vez, dá prosseguimento a tal olhar geo-gráfico, na medida em que os mapas que o compõem circunscrevem uma noção de totalidade que tende ou não à sua própria dissolução. Pretende-se assim vincular a exemplaridade da escrita dessas duas obras a uma noção de comunidade geo-graficamente realizada.
local.publisher.initialsUFMG

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