Juventude quilombola: projetos de vida, sonhos comunitários e luta por reconhecimento

dc.creatorAline Neves Rodrigues Alves
dc.date.accessioned2019-08-10T14:03:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:13:45Z
dc.date.available2019-08-10T14:03:37Z
dc.date.issued2015-08-21
dc.description.abstractThe main objective of this research is to understand how changes resulting from the identity recognition, signed between community and state, are perceived by Quilombola teens and young adults who live in a rural community in the municipality of Santa Maria de Itabira / Minas Gerais. It was investigated how these changes interfere with their life projects and projects for their home community. In order to achieve theobjectives of this study, we conducted a qualitative research from a case study, with focal interviews, with the participatory technique called 'Dream Tree' and production of mental maps. By being interested in deepening the knowledge about the deployments of self-recognition in the Quilombola communities is that we used the framework of critical theory of recognition in three important authors, namely the philosophers Charles Taylor, Axel Honneth and political scientist Nancy Fraser. Among the conclusions we pointed out that there is a recognition that begins linked to the private sphere, but in continuous play in the public sphere, focusing on cultural identity and collective projects, geared to redistribution issues and political representation. In schools, young Quilombolas have the ambiguities of living an identity marked bymoments of invisibility, conflicts but also justifiable pride, at being worthy of the esteem of others; but only at certain times of the school curriculum. For the rest, it is worth noting that this research is a continuity and derives from work done in the years2010-2012.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A8JL56
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação Relações etnicas
dc.subjectNegros Identidade racial
dc.subjectEducação
dc.subjectQuilombos Educação Minas Gerais
dc.subjectReconhecimento (Psicologia)
dc.subjectJuventude Aspectos sociais
dc.subject.otherJuventudes
dc.subject.otherComunidade quilombola
dc.subject.otherAutorreconhecimento
dc.subject.otherJovem quilombola
dc.subject.otherTeoria do reconhecimento
dc.subject.otherIdentidade
dc.titleJuventude quilombola: projetos de vida, sonhos comunitários e luta por reconhecimento
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Rodrigo Ednilson de Jesus
local.contributor.advisor1Nilma Lino Gomes
local.contributor.referee1Geraldo Magela Pereira Leao
local.contributor.referee1Maria Clareth Gonçalves Reis
local.description.resumoA presente pesquisa é de continuidade e se deriva de trabalho realizado nos anos de 2010-2012. O objetivo central desta é compreender como as mudanças oriundas do reconhecimento identitário, firmado entre comunidade e Estado, são percebidas por seisjovens-adolescentes quilombolas, moradores de uma comunidade rural situada no município de Santa Maria de Itabira/Minas Gerais. Investigamos como essas mudanças interferem em seus projetos de vida e projetos para sua comunidade de origem. A fim dealcançar os objetivos deste trabalho, realizamos uma pesquisa qualitativa a partir do estudo de caso, com entrevista focal, com a técnica participativa denominada Árvore dos Sonhos e produção de mapas mentais. Interessados em aprofundar os conhecimentos acerca dos desdobramentos do autorreconhecimento de comunidades quilombolas, valemo-nos do arcabouço da teoria crítica do reconhecimento em três importantes autores, a saber, os filósofos Charles Taylor, Axel Honneth e a cientista política Nancy Fraser. Dentre as conclusões apontamos a existência de um reconhecimento que se inicia vinculado à esfera privada, mas em contínua reprodução na esfera pública, com foco na identidade cultural e em projetos coletivos, voltados às questões de redistribuição e representação política. No âmbito escolar, os jovens quilombolas apresentam as ambiguidades de se viver uma identidade marcada por momentos de invisibilidade, conflitos, mas também orgulho justificado, por se ver digno da estima dos outros; contudo esse orgulho ocorre apenas em determinados momentos do currículo escolar.
local.publisher.initialsUFMG

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