Influência da dose infectante na colonização bacteriana do sistema de canais radiculares e na translocação para linfonodos submandibulares em camundongos gnotobióticos

dc.creatorSandra Maria de Melo Maltos
dc.date.accessioned2019-08-11T16:24:01Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:35:59Z
dc.date.available2019-08-11T16:24:01Z
dc.date.issued2001-03-30
dc.description.abstractThe aim of the endodontic therapy is to reduce the number of viable bacteria present in the infected root canal system (RCS) by means of a chemo-mechanical preparation. It is believed that although complete sterilization is not reached after this procedure, the number of remaining microorganisms is not enough to recolonize the RCS.The purpose of this study was to establish the concentration of E. faecalis (ATCC 4083) and P. nigrescens (ATCC 33563) able to implant in the root canal system (RCS) of germ-free (GF) mice and translocate to the submandibular lymph node (SML).Seventy-two one-month-old germ-free mice, both male and female, whose lower central incisive canal was instrumented and inoculated with E. faecalis at 102 and 101 UFC concentrations or P. nigrescens at 105, 104, 103 102 UFC concentrations and sealed.The results have demonstrated that E. faecalis implanted, in 83,33% of the cases, at 102 and 101 UFC concentrations. Translocation has occurred in 58.33%, for the 102 UFC inoculum, and in 33.33% for the 101 UFC inoculum. P. nigrescens implanted in 25%, 16.67%, 8.33% and 0%, for the 105, 104, 103 and 102 UFC inocula, respectively. The translocation phenomenon has not been observed at any concentration used for the mentioned species. These results allow us to conclude that E. faecalis was able to implant in the RCS and translocate to the SML, even in concentrations considered low, while P. nigrescens implanted in small percentages in the RCS, and was not able to translocate to the SML in this experimental model.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ZMRO-7JYHR5
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCanais radiculares
dc.subjectMicroorganismos
dc.subjectEndodontia
dc.subject.otherCamundongos gnotobiótiocos
dc.subject.otherTranslocação bacteriana
dc.subject.otherMicrorganismos
dc.subject.otherSistema de canais radiculares
dc.subject.otherEndodontia
dc.titleInfluência da dose infectante na colonização bacteriana do sistema de canais radiculares e na translocação para linfonodos submandibulares em camundongos gnotobióticos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Antonio Paulino Ribeiro Sobrinho
local.contributor.advisor1Luiz de Macêdo Farias
local.contributor.referee1Antonio Paulino Ribeiro Sobrinho
local.contributor.referee1José Freitas Siqueira Júnior
local.contributor.referee1Jacques Robert Nicoli
local.description.resumoA terapia endodôntica visa, por meio do preparo mecânico-químico, eliminar ou pelo menos reduzir o número de bactérias viáveis presentes no sistema de canais radiculares (SCR) infectados. Acredita-se que, apesar de não se alcançar a esterilidade, após essa conduta, o número de microrganismos remanescentes é insuficiente para recolonizar os SCR. O objetivo deste estudo foi estabelecer a concentração de Enterococcus faecalis (ATCC 4083) e de Prevotella nigrescens (ATCC 33563) capaz de se implantar nos SCR de camundongos isentos de germes (IG), e de se translocar para os linfonodos submandibulares (LSM). Utilizaram-se 72 camundongos IG, de 1 mês de idade e de ambos os sexos, dos quais os canais radiculares foram instrumentados e inoculados, em monoinfecção, com E. faecalis nas concentrações 102 e 101 UFC e com P. nigrescens nas concentrações 105, 104, 103 e 102 UFC e, posteriormente selados. Três animais, para cada dose infectante, foram sacrificados, nos 2º, 3º, 6º e 10º dias. Os resultados demonstraram que o E. faecalis implantou-se, em 83,33% dos casos, nas concentrações 102 e 101 UFC. A translocação ocorreu em 58,33%, para o inóculo de 102 UFC e em 33,33% para o inóculo de 101 UFC. A P. nigrescens implantou-se em 25%, 16,67%, 8,33% e 0%, para os inóculos 105, 104, 103 e 102 UFC, respectivamente. Em nenhuma concentração utilizada, para a referida espécie, observou-se o fenômeno da translocação. Estes resultados nos permitem concluir que: dependendo da espécie bacteriana, a capacidade de implantação no SCR e de translocação para os LSM varia, provavelmente, em função do tipo morfo-tinturial (Gram + ou Gram -) bem como do tipo respiratório (anaeróbio estrito ANS ou anaeróbio facultativo ANF).
local.publisher.initialsUFMG

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