Neuropatia periférica em pessoas com mieloma múltiplo

dc.creatorMaysa Mayran Chaves Moreira
dc.creatorAndrea Bezerra Rodrigues
dc.creatorPatrícia Peres Oliveira
dc.creatorMaria Isis Freire de Aguiar
dc.creatorGilmara Holanda da Cunha
dc.creatorRoberta Marjorie Cunha Pinto
dc.creatorDeborah Francielle Fonseca
dc.creatorLuciana Regina Ferreira Pereira da Mata
dc.date.accessioned2024-02-20T18:49:04Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:25:11Z
dc.date.available2024-02-20T18:49:04Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractObjective: To investigate the prevalence and incidence of peripheral neuropathy (PN) related to antineoplastic therapy in people with multiple myeloma and the association between chemotherapy regimens and peripheral neuropathy after treatment. Method: This is a documentary and correlational study carried out in two reference sites for cancer treatment, located in the Brazilian states of Ceará and Minas Gerais, with an analysis of patients treated between January 2013 and January 2016. A descriptive and inferential analysis of data was carried out by means of chi-square and Fischer’s exact tests. Results: The study assessed 100 medical records of people with multiple myeloma, who were aged 62.7 years on average and were mostly men (64%). The most used chemotherapy regimen (60%) was bortezomib, dexamethasone, and cyclophosphamide; 20% of patients had peripheral neuropathy before treatment, 68% had it during treatment and 56% at the end of treatment. There was no association between chemotherapy regimens and peripheral neuropathy after treatment.Conclusion: Our study showed an increase in the incidence of PN in individuals undergoing treatment of multiple myeloma, 80% had symptoms of neuropathy before and/or during and/or after treatment with chemotherapy regimens. Predominance was of elderly retired men. The most common chemotherapy regimen was bortezomib/dexamethasone/cyclophosphamide and there was no association between regimens used and PN after treatment. The implications of these observations rest on the need for a permanent assessment of PN in people with multiple myeloma, in addition to a strict follow-up to this event in the course of treatment and after it, as well as the management of adverse events and alterations related to the disease. There was no association between chemotherapy regimens and peripheral neuropathy after treatment. It is expected that the results obtained help in the organization of a data record about PN in patients with cancer, with the main purpose of establishing targets of intervention, thus making care more effi cient and comprehensive.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1982-0194201800061
dc.identifier.issn19820194
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/64367
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofActa Paulista de Enfermagem
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectQuimioterapia combinada
dc.subjectAntineoplásicos
dc.subjectSíndromes Neurotóxicas
dc.subjectMieloma múltiplo
dc.subject.otherSíndromes neurotóxicas
dc.subject.otherAntineoplásicos
dc.subject.otherMieloma múltiplo
dc.subject.otherManifestações neurológicas
dc.titleNeuropatia periférica em pessoas com mieloma múltiplo
dc.title.alternativePeripheral neuropathy in people with multiple myeloma
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage445
local.citation.issue4
local.citation.spage439
local.citation.volume31
local.description.resumoObjetivo: Investigar a prevalência e incidência de neuropatia periférica relacionada ao tratamento com antineoplásicos de pessoas com mieloma múltiplo bem como a associação entre os esquemas quimioterápicos e a neuropatia periférica após o tratamento. Método: Estudo documental, correlacional, realizado em dois locais de referência para tratamento oncológico, localizados nos estados do Ceará e Minas Gerais, com análise de pacientes atendidos entre janeiro/2013 e janeiro/2016. Os dados foram analisados utilizando-se análise descritiva e inferencial a partir dos testes qui-quadrado e exato de fisher. Resultados: Foram avaliados 100 prontuários de pessoas com mieloma múltiplo com média de idade de 62,7 anos, maioria de homens (64%). O esquema quimioterápico mais utilizado (60%) foi o bortezomibe, dexametasona e ciclofosfamida; 20% dos pacientes apresentavam neuropatia periférica antes do tratamento, 68% desenvolveram durante o tratamento e 56% ao finalizar o tratamento. Não houve associação entre os esquemas quimioterápicos e a neuropatia periférica após o tratamento.Conclusão: O presente estudo mostrou um aumento da incidência de NP em indivíduos em tratamento para o MM, 80% apresentaram sintomas de neuropatia antes e/ou durante e/ou após o tratamento com esquemas quimioterápicos. A predominância foi de homens idosos aposentados. O esquema quimioterápico mais utilizado foi o VDC e não foi identificada associação entre os esquemas utilizados e a NP após término o tratamento. As implicações dessas observações recaem sobre a necessidade de avaliação contínua da NP em pessoas com MM, além da monitorização rigorosa desse evento no decorrer do tratamento e após o mesmo, bem como o manejo dos eventos adversos e alterações relacionadas a doença. Não houve associação entre os esquemas quimioterápicos e a neuropatia periférica após o tratamento. Espera-se que os resultados obtidos auxiliem na organização de um registro de dados sobre NP em pacientes com câncer, com o objetivo principal de determinar alvos de intervenção, tornando o cuidado mais eficiente e integral.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/1982-0194201800061

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Neuropatia periférica em pessoas com mieloma múltiplo pdfa.pdf
Tamanho:
6.5 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
License.txt
Tamanho:
1.99 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: