Nascer em Belo Horizonte: contato mãe e recém-nascido na primeira hora de vida
| dc.creator | Bruna Reis da Silva | |
| dc.date.accessioned | 2020-07-01T00:19:51Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:30:46Z | |
| dc.date.available | 2020-07-01T00:19:51Z | |
| dc.date.issued | 2015-06-03 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/33721 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Parto Humanizado | |
| dc.subject | Período Pós-Parto | |
| dc.subject | Relações Mãe-Filho | |
| dc.subject | Saúde da Mulher | |
| dc.subject.other | Relações mãe-filho | |
| dc.subject.other | Parto humanizado | |
| dc.subject.other | Período pós-parto | |
| dc.subject.other | . | |
| dc.title | Nascer em Belo Horizonte: contato mãe e recém-nascido na primeira hora de vida | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Eunice Francisca Martins | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1450004449234451 | |
| local.description.resumo | O contato precoce entre mãe e filho, durante a primeira hora de vida, traz vantagens para a mulher e o recém-nascido (RN). Para a mulher destaca-se a superação das sensações dolorosas, o momento do desenvolvimento do apego e da criação do vínculo. Em relação ao RN, ajuda na manutenção da temperatura corporal, favorece o aleitamento materno e contribui para a adaptação à vida extra-uterina. Objetivo: Identificar a prática do contato precoce entre mãe e recém-nascidos na primeira hora de vida nas maternidades de Belo Horizonte, Minas Gerais. Metodologia: Estudo transversal de base hospitalar realizada em 11 maternidades públicas e privadas de Belo Horizonte, no período de 2011 a 2013. Os critérios de inclusão foram as puérperas hospitalizadas por motivo de parto e seus conceptos vivos sem intercorrências. As variáveis estudadas referem-se ao hospital, à gestante, à assistência ao parto e ao recém-nascido. Foi realizada uma análise estatística descritiva e bivariada. O nível de significância considerado foi de 5%. Resultados: Foram estudadas 633 duplas de puérperas e RN e, 70,0%, tiveram contato precoce direto na primeira hora de vida. Predominaram as mulheres de cor parda, não primíparas e da classe socioeconômica C. A maioria dos nascimentos ocorreu em maternidades públicas, por parto vaginal, assistido pelo médico e as mulheres não receberam analgesia. A aspiração de vias aéreas superiores foi realizada em 80,0% dos RN e a aspiração gástrica em 48,0%. A paridade, o tipo de hospital, a utilização de analgesia durante o trabalho de parto e a realização de procedimentos com o RN foram as variáveis que apresentaram relação estatisticamente significativa com a realização do contato direto mãe recém-nascido. Conclusões: A realização do contato precoce entre mãe e filho na primeira hora de vida nas maternidades de Belo Horizonte é ainda insatisfatória, e relacionada às características dos serviços de atenção a mulher. As políticas e programas devem focalizar suas ações de incentivo ao contato precoce nos processos assistenciais das instituições hospitalares. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Curso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Rede Cegonha |