O fígado neonatal como reservatório de neutrófilos

dc.creatorWanderson Ferreira da Silva Júnior
dc.date.accessioned2024-11-01T18:31:32Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:14:45Z
dc.date.available2024-11-01T18:31:32Z
dc.date.issued2024-08-16
dc.description.abstractThe neonatal immune response is a topic of importance and influence in therapeutics that may be applied during this critical period of development. Understanding it can foster significant progress in the care and prevention of diseases in neonates. In this study, using Intravital Confocal Microscopy, we were able to describe a considerable population of granulocytes located in the hepatic parenchyma of fetuses and neonatal mice. Through immunophenotyping, changes were identified mainly in granulocytes during the neonatal period. By employing Intravital Confocal Microscopy in liver tissues from the animal model from birth to adulthood, we observed a very significant presence of Ly6G+ cells in this tissue microenvironment up to the second week of life. With CyTOF, these cells were characterized as neutrophils – which was confirmed by morphology and immunohistochemistry techniques. In this sense, even the fetal liver was perceived as a site for this population of neutrophils around the second gestational week, raising questions about their origin and establishment. Generally, these cells are predominantly located in the extravascular space and exhibit very specific behaviors during the analyzed periods: these hepatic neutrophils form cellular clusters in fetuses and neonates, which persist for the first few days of life, and have limited migratory capacity that seems to be counterbalanced by increased release of reactive oxygen species in neonates under stimulation when compared to any other phase of the animal model. This work uniquely describes a population of neutrophils present in the fetal and neonatal liver, with spatial and functional characteristics very distinct from those observed in the adult phase.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77784
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/pt/
dc.subjectBiologia Celular
dc.subjectNeutrófilos
dc.subjectRecém-Nascido /crescimento & desenvolvimento
dc.subjectFígado
dc.subject.otherNeutrófilos
dc.subject.otherDesenvolvimento neonatal
dc.subject.otherFígado
dc.titleO fígado neonatal como reservatório de neutrófilos
dc.title.alternativeThe neonatal liver as a reservoir of neutrophils
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Gustavo Batista de Menezes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9202540411518668
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8636294254746950
local.description.resumoA resposta imune neonatal é um tópico de absoluta importância e influência em terapêuticas que possam ser aplicadas neste período crítico do desenvolvimento. O seu entendimento pode fomentar progressos significativos no cuidado e na prevenção de patologias em neonatos. Neste trabalho, por meio do uso de Microscopia Confocal Intravital, pudemos descrever uma população considerável de granulócitos dispostos no parênquima hepático de fetos e camundongos neonatos. Pela imunofenotipagem, foram identificadas alterações principalmente nos granulócitos no período neonatal. Com o emprego da Microscopia Confocal Intravital em fígados do modelo animal desde o nascimento até a fase adulta, observamos a presença bastante expressiva de células Ly6G+ neste microambiente tecidual até a segunda semana de vida. Com CyTOF, estas células foram caracterizadas como neutrófilos – o que se reafirmou pela morfologia e a técnica de imunohistoquímica. Neste sentido, mesmo o fígado fetal pôde ser percebido como um sítio para esta população de neutrófilos por volta da segunda semana gestacional, levantando questões sobre sua origem e estabelecimento. De maneira geral, estas células estão dispostas maioritariamente no espaço extravascular e manifestam comportamentos muito pontuais nos períodos analisados: estes neutrófilos hepáticos formam aglomerados celulares em fetos e neonatos, que persistem pelos primeiros dias de vida, além de terem limitada capacidade migratória que parece ser contrabalanceada pela liberação aumentada de espécies reativas de oxigênio em neonatos sob estímulo quando comparados a qualquer outra fase do modelo animal. Este trabalho descreve, de maneira inédita, uma população de neutrófilos presente no fígado fetal e neonatal, com características espaciais e funcionais muito distintas daquelas observadas na fase adulta.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3402-9410
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biologia Celular

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