Suplementação de fontes de vitamina D para matrizes suínas hiperprolíficas na pré-lactação

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Tipo

Dissertação de mestrado

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Primeiro orientador

Membros da banca

Walter Motta Ferreira
Francisco Carlos de Oliveira Silva

Resumo

As fases finais de gestação e início de lactação são períodos críticos para as fêmeas modernas. Com isso, uma forma de minimizar problemas decorrentes da alta produção e consequente mobilização do cálcio, é a suplementação de vitamina D. Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito produtivo da suplementação “on top” de diferentes fontes de vitamina D em dietas de fêmeas suínas hiperprolíficas no terço final de gestação. Foram utilizadas 150 fêmeas Landrace × Yorkshire (217,73 ± 28,7 kg), distribuídas em delineamento inteiramente casualizado com três tratamentos e 50 repetições por tratamento: T1 – controle (sem suplementação), T2 – 1,25-dihidroxivitamina D₃ (forma ativa) e T3 – 25-hidroxivitamina D₃ (forma circulante). A partir do 90º dia de gestação, os grupos T2 e T3 receberam pré-misturas adicionadas à ração, conforme as dosagens recomendadas pelos fabricantes (0,007 kg/porca/dia e 0,0002 kg/porca/dia, respectivamente). Não foram observadas diferenças significativas (P>0,05) nos parâmetros de desempenho reprodutivo e zootécnico, como número de nascidos vivos, natimortos, peso ao nascer, mortalidade, variação da condição corporal, e ganho de peso dos leitões e da leitegada. No entanto, houve diferenças significativas para o peso da leitegada (P=0,03), além da variação do peso da leitegada e dos leitões vivos (P=0,05). Conclui-se que a suplementação com diferentes formas de vitamina D a partir dos 90 dias de gestação não influenciou significativamente o desempenho produtivo das fêmeas suínas hiperprolíficas.

Abstract

The final stages of gestation and the beginning of lactation are critical periods for modern sows. One way to minimize issues related to high production and consequent calcium mobilization is through vitamin D supplementation. Therefore, the objective of this study was to evaluate the productive effect of “on top” supplementation with different sources of vitamin D in the diets of hyperprolific sows during the final third of gestation. A total of 150 Landrace × Yorkshire sows (217.73 ± 28.7 kg) were used, distributed in a completely randomized design with three treatments and 50 replicates per treatment: T1 – control (no supplementation), T2 – 1,25-dihydroxyvitamin D₃ (active form), and T3 – 25-hydroxyvitamin D₃ (circulating form). From day 90 of gestation, T2 and T3 groups received premixes added “on top” of the feed, following manufacturer-recommended dosages (0.007 kg/sow/day and 0.0002 kg/sow/day, respectively). No significant differences (P>0.05) were observed for reproductive and productive parameters such as number of live-born piglets, stillbirths, birth weight, mortality, sow body condition variation, and piglet and litter weight gain during lactation. However, significant differences were found in litter weight (P=0.03) and in the variation of both litter weight and live piglet weight (P=0.05). It is concluded that supplementation with different forms of vitamin D from day 90 of gestation did not significantly influence the productive performance of hyperprolific sows.

Assunto

Ciência animal

Palavras-chave

Suino, Vitamina D, Suinocultura, Nutrição animal

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