Avaliação nutricional, anemia e helmintoses em área endêmica de Minas Gerais

dc.creatorMarina Morato Stival
dc.date.accessioned2019-08-13T06:36:56Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:50:43Z
dc.date.available2019-08-13T06:36:56Z
dc.date.issued2007-04-17
dc.description.abstractThe objective of this study was to evaluate the relationship between helminthiasis, nutritional status and anemia in a group of 212 children and adolescents from 2 to 17 years old living in an endemic area in the Jequitinhonha Valley, Minas Gerais. The prevalence of schistosomiasiswas 75,9% and the geometric mean egg count per gram of feces (epg) was 128,82 (CI 95% = 100,92-148,53). The prevalence of hookworm was 22,2% with a geometric mean egg count of 93,32 epg (CI 95% = 53,70-158,48). Only two individuals (0,9%) were infected with Ascaris lumbricoides.The prevalence of anemia was 13,3% and was significantly associated with age group, no latrine in the house, family income and chronic malnutrition. No statistical association was found between helminthiasis and anemia. The prevalence of acute malnutrition was 6,1% and of chronic malnutrition was 29,7%. No electricity, no latrine in the house and the hookworm intensity of infection were associated with chronic malnutrition. In the multivariable analysis anemia remained significantly related to age group, family income and chronic malnutrition. Only children that lived with families that had no electricity in the house were significantly associated with chronic malnutrition. We concluded that helmintoses were not a risk factor for anemia and malnutrition but smaller children with chronic malnutrition that lived with families with low income had a higher chance to get anemia.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/GCPA-73AR2K
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstado nutricional
dc.subjectAncilostomíase/epidemiologia
dc.subjectEsquistossomose/epidemiologia
dc.subjectPré-escola
dc.subjectFatores socioeconômicos
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectDiagnóstico da situação em saúde
dc.subjectTranstornos da nutrição infantil/epidemiologia
dc.subjectCriança
dc.subjectdolescente
dc.subjectelmintíase/epidemiologia
dc.subject.otherEstado nutricional
dc.subject.otherAnemia
dc.subject.otherHelmintoses
dc.subject.otherDesnutrição
dc.titleAvaliação nutricional, anemia e helmintoses em área endêmica de Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Andrea Gazzinelli
local.contributor.referee1Aline Cristine Souza Lopes
local.contributor.referee1Maria José Roncada
local.description.resumoEste estudo teve como objetivo avaliar a relação entre helmintoses, estado nutricional e anemia em um grupo de 212 crianças e adolescentes de 2 a 17 anos moradoras de uma área endêmica no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. A prevalência de esquistossomose nalocalidade foi de 75,9% e a média geométrica de ovos por grama de fezes (opg) 128,82 (IC 95% = 100,92-148,53). A prevalência de ancilostomíase foi de 22,2% com média geométrica de 93,32 opg (IC 95% = 53,70-158,48). Apenas dois indivíduos (0,9%) estavam infectadoscom $VFDULV OXPEULFRLGHV. A prevalência de anemia foi de 19,3% e foi significativamente associada à faixa etária, à ausência de banheiro na casa, a renda familiar e a presença de desnutrição crônica. Não houve associação estatística entre helmintoses e anemia. Aprevalência de desnutrição aguda foi de 6,1% e de desnutrição crônica de 29,7%. A ausência de eletricidade e de banheiro na casa assim como a intensidade de infecção por ancilostomíase foram associados à desnutrição crônica. Na análise multivariada a anemia permaneceusignificativamente associada à faixa etária, renda familiar e desnutrição crônica. Em relação à desnutrição crônica, apenas a ausência de eletricidade permaneceu significativa. Concluiu-se que as helmintoses não podem ser consideradas como fator de risco para anemia e desnutrição de crianças e adolescentes, mas que crianças mais novas, com desnutrição crônica e cujas famílias são de baixa renda possuem maior predisposição para adquirir anemia.
local.publisher.initialsUFMG

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