Itatiaia Patrulha: As histórias da vida - A co-construção de identidades em programa policial radiofônico

dc.creatorSonia Caldas Pessoa
dc.date.accessioned2019-08-14T02:29:53Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:48:54Z
dc.date.available2019-08-14T02:29:53Z
dc.date.issued2005-03-23
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ALDR-6ACHXS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectItatiaia Patrulha (Programa de rádio)
dc.subjectAnálise do discurso
dc.subjectPoliciais Entrevistas
dc.subjectIdentidade social
dc.subjectRadio Programas Belo Horizonte (MG)
dc.subjectEntrevistas em rádio
dc.subject.otherinteração face a face
dc.subject.otheridentidades sociais
dc.subject.otherrádio
dc.subject.otherentrevista policial
dc.titleItatiaia Patrulha: As histórias da vida - A co-construção de identidades em programa policial radiofônico
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Katia Modesto Valerio
local.contributor.referee1Mônica Santos de Souza Melo
local.contributor.referee1Valdir de Castro Oliveira
local.description.resumoO presente trabalho focaliza entrevistas policiais radiofônicas em três grupos de interlocutores entrevistadores com autoridades, vítimas e suspeitos com o objetivo de: a) verificar a aplicabilidade das principais abordagens teóricas sobre a interação face a face e as dinâmicas interativas ao estudo da interação em programa policial radiofônico; b) descrever o trabalho de face realizado pelos entrevistadores e pelos entrevistados durante as interações; c) verificar e identificar padrões interativos dominantes nas entrevistas em programas policiais radiofônicos; e d) verificar se e como as estratégias lingüísticas e conversacionais contribuem para a construção de identidades das autoridades, das vítimas, dos suspeitos e dos entrevistadores. Identificamos, na análise dos nossos dados, as estratégias que constituem o trabalho de face do falante, tomando como referência os conceitos propostos por Goffman (1967), o modelo de Brown e Levinson (1987) e a sistematização desse modelo desenvolvida por Valério (2003). Acrescentamos a esse esquema algumas categorias lingüísticas, que podem ser utilizadas em análises futuras por pesquisadores interessados no assunto. O estudo revelou que os interlocutores trabalham as suas faces positiva e negativa, muitas vezes, sem se preocupar com a face do outro. O comportamento lingüístico dos falantes é adaptado durante a entrevista para sustentar uma ou várias imagens que podem ser fragmentadas durante uma mesma interação. As entrevistas em programa policial radiofônico se revelaram um cenário privilegiado para a co-construção de identidades dos participantes e para a divulgação das mesmas para o público.
local.publisher.initialsUFMG

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