José María Arguedas y João Guimarães Rosa frente a los abismos de la traducción

dc.creatorRômulo Monte Alto
dc.date.accessioned2023-08-16T15:03:46Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:26:50Z
dc.date.available2023-08-16T15:03:46Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractA partir dos textos e correspondências de dois escritores considerados transculturadores da literatura latino-americana, José María Arguedas e João Guimarães Rosa (RAMA, 1989), este texto busca refletir sobre os abismos que aparecem na tradução de obras literárias no português brasileiro e no castelhano, em sua variante andina. Partindo das notas de Julio Prieto (2008) e Sanchez Baena (2008), a pergunta sobre o estilo na obra dos dois escritores aparece entrecortada por um agudo sentido da oralidade com a qual eles escreveram seus textos, oralidade essa que a tradução procurou recuperar nas línguas de chegada. O exame minucioso das estratégias usadas por eles para pensar na tradução revela, além de outras dimensões dos processos criativos de ambos, alguns conceitos essenciais ao trabalho tradutor, como a relação original e cópia, bem como a fidelidade e originalidade dos textos de partida.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.26512/belasinfieis.v8.n4.2019.24531
dc.identifier.issn2316-6614
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57837
dc.languagespa
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofBelas infiéis
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTradução e interpretação
dc.subjectLiteratura brasileira - Traduções para o espanhol
dc.subject.otherTraducción literaria
dc.subject.otherSertón brasileño
dc.subject.otherAndes peruanos
dc.subject.otherAbismos
dc.titleJosé María Arguedas y João Guimarães Rosa frente a los abismos de la traducción
dc.title.alternativeJosé María Arguedas e João Guimarães Rosa face aos abismos da tradução
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage67
local.citation.issue4
local.citation.spage55
local.citation.volume8
local.description.resumoA partir de los escritos y correspondencias de dos escritores considerados transculturadores, José María Arguedas y João Guimarães Rosa (RAMA, 1989), este texto busca reflexionar sobre los abismos que se plantean desde la traducción de obras literarias enel portugués brasileño y el castellano, en su variante andina. Desde los apuntes de Julio Prieto (2008) y Sanches Baena (2008) la pregunta sobre el estilo en los dos escritores aparece recortada por un agudo sentido de la oralidad con que redactaron sus textos, y que la traducción intentó recuperar en las lenguas de llegada. El examen detenido de las estrategias usadas por ellos para pensar la traducción además de desvelar otras dimensiones de su creaciónpone en jaque algunos conceptos esenciales al trabajo traductor, como la relación original y copia y, la fidelidad y originalidad de los textos de partida.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5859-9867
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.unb.br/index.php/belasinfieis/article/view/24531

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