Avaliação da autopercepção de saúde mental do médico veterinário do estado de Minas Gerais

dc.creatorAndreza Nayla de Assis Aguiar
dc.date.accessioned2023-09-26T18:29:31Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:40:58Z
dc.date.available2023-09-26T18:29:31Z
dc.date.issued2023-05-29
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58948
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência animal
dc.subject.otherSaúde do trabalhador
dc.subject.otherMedicina veterinária
dc.titleAvaliação da autopercepção de saúde mental do médico veterinário do estado de Minas Gerais
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Camila Stefanie Fonseca de Oliveira
local.contributor.advisor-co1Bruno Divino Rocha
local.contributor.advisor1João Paulo Amaral Haddad
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3673445041898307
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1525986495485960
local.description.resumoMesmo diante de um crescimento expressivo da frequência de adoecimento psíquico dos profissionais de saúde, pouco se fala sobre saúde mental desses profissionais, dentre eles os médicos veterinários. Atualmente este é um dos maiores problemas ocupacionais que podemos observar nesses profissionais. Nessa perspectiva objetivou-se avaliar a autopercepção de saúde mental do profissional médico veterinário do estado de Minas Gerais, verificando a existência de diferenças entre as áreas de atuação. Assim, realizou-se um estudo observacional transversal analítico, no período de fevereiro de 2023 a março de 2023. Aplicou-se, através do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais (CRMV-MG), um questionário eletrônico respondido por 783 veterinários, ressalta-se que foi realizado uma única coleta, até a saturação das respostas. Avaliou-se a resposta dos participantes com relação a sua satisfação com a saúde mental e associação desta com várias outras variáveis que impactavam nos níveis de satisfação com a saúde mental. Dessa forma, notou-se que a maioria dos veterinários demonstraram uma baixa satisfação e/ou insatisfação com sua saúde mental (n = 323, 41,3%), enquanto uma outra parcela, não sabia mensurar se considerando nem satisfeito/nem insatisfeito (n =198, 25,3%). Observa-se que a maioria dos participantes classificados como pouco satisfeitos e/ou insatisfeitos são mulheres (n=164, 29,9%), com renda mensal de 1 a 2 salários mínimos (n=65, 21,4%), e fazem uso de medicação psicoativa (n=193, 84,1%); enquanto os participantes que encontram-se na classificação muito satisfeitos e/ou satisfeitos são homens (n=22, 9,5%), na faixa etária acima dos 50 anos de idade (n=43, 65,2%), com renda acima de 10 salários mínimos (n=35, 49,3%) e não faz uso de medicação psicoativas (n=202, 40,8%). Observa-se que essa redução na satisfação com a saúde mental, impacta negativamente na qualidade de vida e bem-estar desses profissionais, gerando repercurssões negativas também em sua confiança durante a atuação profissional. Dessa forma, destaca-se a importância da elaboração de políticas para motivar a participação desses profissionais em pesquisas como essas, para auxiliar na construção melhora de condições como: ambiente de trabalho, valorização profissional, renda mensal, evitando o desgaste mental, insônia, dores de cabeça, uso de medicações psicoativas, tensão e sentimentos de inutilidade, que influenciaram na saúde mental destes profissionais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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