Ontologia e política: a formação do pensamento Marxiano de 1824 a 1846

dc.creatorRubens Moreira Enderle
dc.date.accessioned2019-08-11T01:09:12Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:35:26Z
dc.date.available2019-08-11T01:09:12Z
dc.date.issued2000-09-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9PRHP4
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectOntologia
dc.subjectFilosofia alemã Séc XIX
dc.subjectMarx, Karl, 1818-1883
dc.subjectFilosofia
dc.subjectFilosofia moderna Séc XIX
dc.subjectCiência política
dc.subject.otherFilosofia
dc.titleOntologia e política: a formação do pensamento Marxiano de 1824 a 1846
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ester Vaisman
local.contributor.advisor1Jose Chasin
local.contributor.referee1Juarez Rocha Guimaraes
local.contributor.referee1Ricardo Musse
local.description.resumoEste trabalho estrutura-se a partir de um debate com três autores contemporâneos, críticos da obra de Marx. São eles: Hannah Arendt, Claude Lefort e Miguel Abensour. A tese central que forma a interpretação destes autores é a denúncia, no pensamento marxiano, de um determinismo de natureza economicisía que promoveria a denegação do político em favor da esfera da produção. A esfera política perderia, com isso, seu estatuto próprio - seja como condição humana mais elevada (Arendt), seja como dimensão simbólica, flindante do social (Lefort/Abensour) - para ser rebaixada ao segundo plano de um epifenômeno das relações econômicas. Ao investigarmos os textos de Marx, no entanto, este argumento mostra sua total incongruência. Em vez de um determinismo da esfera econômica, o que podemos encontrar é uma determinação antológica das categorias do ser social, entre as quais encontra-se a politicidade sob a forma de um predicado negativo, uma contingência histórica a ser suprimida juntamente com o regime da propriedade privada. A política não é denegada em favor do econômico, mas sim integrada na totalidade de determinações da sociedade civil, ocampo da interatividade prática entre os seres sensíveis: o homem e a natureza. Ao final do trabalho, invertendo-se a ordem inicial, a obra de Marx é chamada a interrogar os autores em questão.
local.publisher.initialsUFMG

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