A comunhão do opaco: arte, poesia e transmissão em Amilcar de Castro
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
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Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Ana Maria Clark Peres
Vera Lucia de Carvalho Casa Nova
Ana Lúcia Lutterbach Rodrigues Holck
Fabrício Marques de Oliveira
Vera Lucia de Carvalho Casa Nova
Ana Lúcia Lutterbach Rodrigues Holck
Fabrício Marques de Oliveira
Resumo
A tese A comunhão do opaco: arte, poesia e transmissão em Amilcar de Castro investiga a arte e o ensino do escultor Amilcar de Castro a partir da forma do silêncio, nome que o escultor dá a sua escultura, e de seus textos poéticos, no litoral entre os campos do significante e o real insondável da substância-ferro e do artista, investigação esta apoiada nos três movimentos básicos de sua arte: corte, dobra e deslocamento.No encontro do finito com o infinito, o princípio econômico deixou sua marca para cortar sentido, dobrar em exuberância, e testemunhar que o lápis duro sem rascunho e marcado pela singularidade da rasura converteu-se em poética. Para ensinar, Amilcar escreve poemas e permite que a poesia transmita ao aluno a possibilidade da própria invenção. A presente pesquisa deixa-se levar pela poética do artista, para emprestar consequências à comparação com a psicanálise através do ensino do psicanalista Jacques-Alain Miller e de Jacques Lacan, uma vez que também a transmissão da psicanálise se faz através da poética
Abstract
Assunto
Psicanálise e literatura, Castro, Amilcar de, 1920-2002 Crítica e interpretação, Escultura moderna Sec XX Brasil, Sinais e símbolos na comunicação visual, Artes plásticas e literatura, Psicanálise e arte, Poesia brasileira, Arte Estudo e ensino
Palavras-chave
Arte, psicanálise, poesia