Autoconsciência, desejo e reconhecimento :a experiência do tornar-se sujeito na Fenomenologia do espírito (1807) e no debate contemporâneo

dc.creatorCarla Vanessa Brito de Oliveira
dc.date.accessioned2025-09-08T00:34:30Z
dc.date.accessioned2025-10-03T19:11:13Z
dc.date.available2025-09-08T00:34:30Z
dc.date.issued2025-04-23
dc.description.abstractThe main objective of this thesis is to discuss the experience of becoming a subject in Hegel, through the practical problem of recognition, situated in a privileged way in the chapter on Self-Consciousness in the Phenomenology of Spirit (1807). The contemporary debate, especially through the interpreters Axel Honneth and Judith Butler, guides the discussion. Considering the negative structure of the experience, the aim is to think about recognition in articulation with desire, considering that it is the constitution of a desiring self-consciousness that effectively demarcates the experience of the subject as a practical and intersubjective experience. However, from the point of view of the interpretation of the Hegelian text, the experience of recognition narrated in the Phenomenology of Spirit reveals itself to be polysemic and structurally problematic. Therefore, the intention is to question how this experience is effectively configured and what we can conclude about it in terms of a question of practical philosophy presented, preferably, in contemporary times. The nodal point that positions the problem comprises the articulation between desiring self-consciousness, its need for recognition by another desiring self-consciousness, and the experience of domination that is at the basis of recognition. The hypothesis that guides the approach to this problem asserts that the issue surrounding the interpretation of Hegelian recognition in The Phenomenology of Spirit (1807) must necessarily be situated within the necessary articulation between experience and subject, which, in turn, is fundamentally marked by the negative structure of the experimentation process itself.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/85016
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFilosofia - Teses
dc.subjectHegel, Georg Wilhelm Friedrich, 1770- 1831. Fenomenologia do espírito.
dc.subjectConsciência - Teses
dc.subjectSujeito (Filosofia) - Teses
dc.subjectReconhecimento (Filosofia) - Teses
dc.subject.otherHegel
dc.subject.otherExperiência dialética da consciência
dc.subject.otherTeoria do reconhecimento
dc.titleAutoconsciência, desejo e reconhecimento :a experiência do tornar-se sujeito na Fenomenologia do espírito (1807) e no debate contemporâneo
dc.title.alternativeSelf-consciousness, desire and recognition : the experience of becoming a subject in the Phenomenology of spirit (1807) and in the contemporary debate
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Giorgia Cecchinato
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8233662719868870
local.contributor.referee1Marloren Lopes Miranda
local.contributor.referee1Eduardo Soares Neves Silva
local.contributor.referee1Fábio Mascarenhas Nolasco
local.contributor.referee1Lucas Nascimento Machado
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5002791351702103
local.description.resumoO presente trabalho tem como principal objetivo discutir a experiência do tornar-se sujeito em Hegel, por meio do problema prático do reconhecimento, situado de modo privilegiado no capítulo da Autoconsciência na Fenomenologia do Espírito (1807). O debate contemporâneo, especialmente através dos intérpretes Axel Honneth e Judith Butler, baliza a discussão. Considerando a estrutura negativa da experiência, objetiva-se pensar o reconhecimento em articulação com o desejo, tendo em vista ser a constituição de uma autoconsciência desejante que demarca, efetivamente, a experiência do sujeito como uma experiência prática e intersubjetiva. Entretanto, do ponto de vista da interpretação do texto hegeliano, a experiência de reconhecimento narrada na Fenomenologia do Espírito revela-se polissêmica e estruturalmente problemática. Por conseguinte, pretende-se questionar como efetivamente se configura esta experiência e o que podemos concluir sobre ela em termos de uma questão de filosofia prática posta, referencialmente, na atualidade. O ponto nodal que posiciona o problema compreende a articulação entre a autoconsciência desejante, sua necessidade de reconhecimento por outra autoconsciência desejante e a experiência de dominação que está na base do reconhecimento. A hipótese que orienta a abordagem deste problema sustenta que a questão em torno da interpretação do reconhecimento hegeliano na Fenomenolgia do Espírito (1807) deve, necessariamente, estar situada no interior da necessária articulação entre experiência e sujeito que, por sua vez, está fundamentalmente marcada pela estrutura negativa do próprio processo de experimentação.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0005-1347-420X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia

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