Artesanias construtivas e urbanas: por uma tessitura de saberes

dc.creatorMarcela Silviano Brandao Lopes
dc.date.accessioned2019-08-14T17:55:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:33:21Z
dc.date.available2019-08-14T17:55:22Z
dc.date.issued2015-03-09
dc.description.abstractUnder the perspective that there is an alarming distance between design, construction and use of space in architectural practice, we searched for forms to bring these steps together by cartographing the controversies around the issue, having found the constitution of two groups that approach the matter on different perspectives. The first one is articulated by the ideals of science, market and industry, that is, from hegemonic values. While the second one affirms itself in a sociological perspective, having participative processes as its mean of approach. Despite their differences, we were able to find points of convergence between the two cartographed groups, which conducted to a entanglement towards the matter: they are both somehow linked to States determinations, today a Market-State, and, in both, a stiffening of tenets can be observed. A way out of this deadlock was found among the autonomous and subversive actions that arise despite and beyond the designated intentions of spaces representation, in spite of planning. Inspired in Boaventura de Sousa Santos, we named these actions Urban and Constructive Artesanias, and placed a bet on the transforming possibilities of their mapping. Immersed in this perception, we experimented with architectural practices within the academy that could develop upon these cartographies. Finally, we perceived the need for dislocating a few important concepts towards the tessiture of an open and permanently connectable network, in which constructive and architectural, scientific and everyday knowledge could be constantly overpassed, simultaneously by political and poetic affairs and decisions.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9WRGLR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProjeto arquitetônico
dc.subjectArquitetura e tecnologia
dc.subjectParticipação
dc.subjectHegemonia
dc.subjectAutonomia
dc.subjectArquitetura
dc.subject.otherArquitetura e Urbanismo
dc.titleArtesanias construtivas e urbanas: por uma tessitura de saberes
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Denise Morado Nascimento
local.contributor.referee1Natacha Silva Araujo Rena
local.contributor.referee1Monique Sanches Marques
local.contributor.referee1Pedro Fiori Arantes
local.contributor.referee1Luciana da Silva Andrade
local.description.resumoDiante da percepção de que há na prática arquitetônica uma distância preocupante entre projeto, construção e uso do espaço, buscamos formas de aproximação entre essas etapas a partir da cartografia das controvérsias sobre essa problemática, tendo encontrado duas formações de grupo que abordam a questão a partir de pressupostos distintos. A primeira se articula a partir dos ideais da ciência, do mercado e da indústria, ou seja, dos valores hegemônicos. A segunda se afirma em uma perspectiva sociológica, tendo nos processos participativos sua via de aproximação. Apesar das diferenças, pudemos localizar tangências entre as duas formações de grupo cartografadas, que nos conduziram a um embaraço em relação à questão: ambas se encontram atreladas, de alguma maneira, às determinações do Estado, hoje Estado-Mercado, e em ambas há um certo enrijecimento de pressupostos. Encontramos uma possibilidade de saída dessa encruzilhada nas ações autônomas e subversivas que surgem apesar e para além das intenções designadas na representação do espaço, à revelia do planejamento. Inspirados em Boaventura de Souza Santos, denominamos essas ações de Artesanias Construtivas e Urbanas, e apostamos na possibilidade transformadora do mapeamento dessas artesanias. Imbuídos dessa percepção, experimentamos na academia práticas arquitetônicas que se desenvolvessem a partir de artesanias cartografadas. Percebemos, então, serem necessários alguns deslocamentos conceituais importantes para a tessitura de uma rede aberta e sempre conectável, na qual os saberes construtivos e arquitetônicos, científicos e cotidianos possam ser atravessados constantemente por questões e decisões políticas e poéticas, simultaneamente.
local.publisher.initialsUFMG

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