Multilivro: a dinâmica dos sentidos em Galáxias

dc.creatorMaraiza Labanca Correia
dc.date.accessioned2019-08-11T12:21:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:44:15Z
dc.date.available2019-08-11T12:21:11Z
dc.date.issued2009-05-08
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-7RXKJM
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLinguagem poética
dc.subjectLinguagem Filosofia
dc.subjectCompetência comunicativa
dc.subjectComunicação escrita
dc.subjectCampos, Haroldo de, 1929-2003 Galáxias Crítica e interpretação
dc.subjectCriatividade na escrita
dc.subjectLivros e leitura
dc.subjectLeitura Sensibilidade e movimento
dc.subjectLiteratura
dc.subject.otherlivro
dc.subject.othergaláxias
dc.subject.otherdesterritorialização
dc.titleMultilivro: a dinâmica dos sentidos em Galáxias
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Haydee Ribeiro Coelho
local.contributor.referee1Maria Ester Maciel de Oliveira Borges
local.contributor.referee1Márcia Marques de Morais
local.description.resumoEsta dissertação consiste em articular a estrutura em permuta do objeto livro à mobilidade do texto verbal em Galáxias, de Haroldo de Campos. Para isso, foi dividida em três capítulos. No primeiro capítulo, busco observar como o livro Galáxias, reunindo páginas intercambiáveis, propõe outra prática de leitura. Sua estrutura em permuta multiplica os percursos (as direções ou os sentidos) de leitura. O livro, ainda como um objeto material, passa a dialogar e a interferir no código verbal da obra, concedendo mobilidade e dispersão à escrita. No segundo capítulo, mostro como há também uma nova prática de leitura exigida pelo texto verbal. A partir do abandono dos caminhos habituais de significação, o texto resiste aos arremates miméticos, referenciais e às formas fixas. O texto promove, ainda, a contínua dissolução das imagens. No terceiro capítulo, busco identificar, à luz da teoria da desterritorialização de Gilles Deleuze, a dinâmica dos sentidos em Galáxias. Na linguagem galáctica, identifico, graças a um trato pouco convencional com a linguagem, o mecanismo de justapor diferenças, que suplementa os significados estabelecidos, desestabiliza a língua comum, e também os limites materiais do livro. Faz variar, inclusive, as próprias definições de livro.Tanto a materialidade do livro como o texto verbal estão amplamente relacionados a uma idéia de movimento que impõe uma mobilidade de leitura e um campo amplo de escolhas dentro da multiplicidade da obra. Esse movimento desestabiliza os sentidos habituais da prática de ler.
local.publisher.initialsUFMG

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