Magnitude das infecções puerperais no estado de Minas Gerais

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

No cenário contemporâneo é notória a crescente preocupação das pessoas envolvidas com os serviços de saúde em um controle efetivo das infecções relacionadas à assistência à saúde e legislações vem corroborar nesse sentido. Quando se trata dos serviços de atenção obstétrica e neonatal destaca-se, o Pacto Pela Saúde, a DRC nº 36, a Instrução Normativa Nº 2 uma vez que a infecção puerperal é um evento adverso indesejável. Assim, este estudo objetiva conhecer a magnitude das infecções puerperais, notificadas à Diretoria de Serviços de Saúde da SES/MG no Estado de Minas Gerais. Trata-se de um estudo retrospectivo de natureza descritiva e quantitativa, com dados fornecidos pela Diretoria de Serviços de Saúde da SES/MG, em que analisou-se os serviços de atenção obstétrica e neonatal por meio dos indicadores da Instrução Normativa Nº 2, de 2008. As taxas de cesáreas tem tendência mundial de crescimento e no Estado de Minas Gerias, em 2010, esta taxa foi de 53,23%. A infecção puerperal como foco do estudo teve neste mesmo ano em partos cesáreos taxa de 1,58% e em partos normais 1,03%. O estudo demonstrou limitações: não houve padronização previa de critérios de notificação a serem utilizados pelos serviços de saúde e esta falta de padronização pode levar a uma subnotificação. Entende-se a necessidade de padronizar tais notificações para obtenção de dados mais confiáveis que venham a nortear políticas de saúde.

Abstract

Assunto

Controle de infecções

Palavras-chave

Infecção hospitalar, Infecção da ferida pós-operatória, Controle de infecções, Infecção puerperal

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