Associação entre o número de deglutições, resíduo faríngeo e broncoaspiração na esclerose múltipla

dc.creatorAna Carolina Dos Santos
dc.creatorMaria Inês Rebelo Gonçalves
dc.creatorLaélia Cristina Caseiro Vicente
dc.date.accessioned2023-11-07T23:00:42Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:43:05Z
dc.date.available2023-11-07T23:00:42Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractPurpose: To verify the association between the number of swallows and the presence of pharyngeal residue and bronchoaspiration in people with Multiple Sclerosis. Methods: An observational cross-sectional study of videofluoroscopic examinations of 231 swallows from individuals with Multiple Sclerosis. Three speech therapists evaluated IDDSI 1 (International Dysphagia Diet Standardisation Initiative) (5ml and 10ml) and IDDSI 4 (8ml) deglutitions for pharyngeal residue and penetration/ aspiration. Swallows with no pharyngeal residue were classified as swallows without pharyngeal residue (SWTR) and those with pharyngeal residue (SWR), the latter subdivided intopharyngeal residue in all or occasional offerings (SWR1 e SWR2). The number of swallows was analyzed by a blind evaluator and compared with demographic and clinical data. Results: Of the 231 swallows, 73 (31.6%) showed pharyngeal residues. The mean number of swallows was similar in the deglutitions with and without pharyngeal residues in each consistency and volume and in the variables age, gender, type of Multiple Sclerosis and functional disability. There was an association between the mean number of swallows and the absence of penetration/aspiration when comparing deglutitions with and without pharyngeal residues, in SWR2 and in individuals over 50 years of age. When analyzing intragroup, an association was observed in SWR, being higher in the absence of penetration/aspiration and in SWR2. Conclusion: There was no correlation between the number of swallows and the presence of residues in pharyngeal recesses in multiple sclerosis. However, the number of swallows was higher when there was residue and absence of dysphagia and penetration/aspiration, and in older individuals.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/2317-6431-2022-2666
dc.identifier.issn23176431
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60624
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAudiology - Communication Research
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEsclerose Múltipla
dc.subjectTranstorno de deglutição
dc.subjectAspiração Respiratória
dc.subjectFisiologia
dc.subject.otherEsclerose múltipla
dc.subject.otherTranstorno de deglutição
dc.subject.otherresíduo faríngeo
dc.subject.otherFisiologia
dc.subject.otherAspiração Respiratória
dc.titleAssociação entre o número de deglutições, resíduo faríngeo e broncoaspiração na esclerose múltipla
dc.title.alternativeAssociation between the number of swallowing, pharyngeal residue and bronchopulmonary aspiration in multiple sclerosis
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage8
local.citation.issuee2666
local.citation.spage1
local.citation.volume27
local.description.resumoObjetivo: verificar a associação entre o número de deglutições e presença de resíduo faríngeo e broncoaspiração em pessoas com esclerose múltipla. Métodos: estudo transversal observacional de exames de videofluoroscopia de 231 deglutições de indivíduos com esclerose múltipla. Três fonoaudiólogas avaliaram as deglutições de IDDSI 1 (International Dysphagia Diet Standardisation Initiative) (5 ml e 10 ml) e IDDSI 4 (8 ml) quanto à presença de resíduo faríngeo e de penetração/aspiração. Deglutições que não apresentaram resíduo faríngeo foram classificadas como deglutições sem resíduos faríngeos (DSR) e as que apresentaram, como deglutições com resíduos faríngeos (DCR), sendo estas últimas subdivididas em resíduos faríngeos em todas as ofertas ou eventuais (DCR1 e DCR2). O número de deglutições foi analisado por um avaliador cego e comparado com os dados demográficos e clínicos. Resultados: das 231 deglutições, 73 (31,6%) apresentaram resíduos faríngeos. O número médio de deglutições foi semelhante nas deglutições sem e com resíduos faríngeos em cada consistência e volume e nas variáveis idade, gênero, tipo de esclerose múltipla e incapacidade funcional. Houve associação entre a média do número de deglutições e a ausência de penetração/aspiração, quando comparada às deglutições sem e com resíduos faríngeos, nas DCR2 e em indivíduos acima de 50 anos. Ao analisar intragrupo, observou-se associação nas DCR, sendo maior na ausência de penetração/aspiração e nas DCR2. Conclusão: não houve correlação entre o número de deglutições e a presença de resíduos em recessos faríngeos na esclerose múltipla. Todavia, o número de deglutições foi maior quando houve resíduo e ausência de disfagia e de penetração/aspiração, em indivíduos mais velhos
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/2317-6431-2022-2666pt

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