Dinheiro, tecidos, rum e a estética do eclipsamento em Saamaka

dc.creatorRogério Brittes Wanderley Pires
dc.date.accessioned2021-10-25T16:40:11Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:15:57Z
dc.date.available2021-10-25T16:40:11Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractAmong the Saamaka Maroons (or Businenge) of Upper Suriname, despite growing monetization and their integration into the global capitalist economy, there are some types of exchange in which money is not supposed to circulate, at least not explicitly. In these exchanges, objects – revealingly, objects of foreign manufacturing – act in a way similar to “currencies”. The rejection by the Saamaka of money in certain spheres in which objects, persons, services and words circulate will lead us to the classic – and so often muddled – anthropological distinction between gifts and commodities. I will try to understand how the distinction between exteriority and the interiority is composed in Saamaka, and how money is marked as external, while “gifts”, such as rum and fabric, are made internal.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1678-49442017v23n3p545
dc.identifier.issn1678-4944
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38490
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofMana
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEscravos fugitivos
dc.subjectSuriname
dc.subjectGuiana Francesa
dc.subjectEconomia
dc.subjectMoeda
dc.subjectRelações de troca (Economia)
dc.subject.otherSaamaka
dc.subject.otherEconomia
dc.subject.otherDinheiro
dc.subject.otherDádivas
dc.subject.otherTroca
dc.titleDinheiro, tecidos, rum e a estética do eclipsamento em Saamaka
dc.title.alternativeMoney, fabric, rum and the aesthetics of eclipsing in Saamaka
dc.title.alternativeDinero, tejidos, ron y estética del eclipsamiento en Saamaka
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage577
local.citation.issue3
local.citation.spage545
local.citation.volume23
local.description.resumoO artigo trata dos businenge (maroons, quilombolas) saamaka do Alto Suriname. Parto de um tema clássico da antropologia – a separação nem sempre clara entre dádivas e mercadorias – e um aspecto particular da vida econômica nesta localidade – a rejeição do uso de dinheiro em determinadas esferas de circulação de objetos, serviços e palavras – como problemas. A ideia é compreender os motivos pelos quais, mesmo num contexto econômico crescentemente monetizado e integrado à economia capitalista global, há certos tipos de trocas nas quais o papel-moeda não deve circular de forma explícita, e nas quais fazem o papel de “moeda” objetos cuja fabricação é estrangeira. Busco compreender como é traçada, em Saamaka, a exterioridade e a interioridade, e de que forma o dinheiro é marcado como externa, enquanto certas “dádivas”, como rum e tecido, são feitas internas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/mana/a/JLW7sQw5cfN5x6w9Sq9djZm/?lang=pt&format=pdf

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