Prevalência de pseudotrombocitopenia em pacientes com esquistossomose mansônica hepatoesplênica

dc.creatorGuilherme Vaz de Melo Trindade
dc.date.accessioned2019-08-11T14:22:01Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:15:33Z
dc.date.available2019-08-11T14:22:01Z
dc.date.issued2014-12-19
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A32GSC
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEsquistossomose
dc.subject.otherPseudotrombocitopenia
dc.subject.otherErros pre analiticos
dc.subject.otherEsquistossomose
dc.subject.otherPlaquetas
dc.titlePrevalência de pseudotrombocitopenia em pacientes com esquistossomose mansônica hepatoesplênica
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Roberto Lambertucci
local.contributor.referee1Maria das Gracas Carvalho
local.contributor.referee1Fausto Edmundo Lima Pereira
local.description.resumoPseudotrombocitopenia (PTP) é um artefato de técnica gerado por erros pré analíticos (coleta,transporte,acondicionamento, temperatura e/ou composição química dos anticoagulantes empregados) que interferem na qualidade da amostra que será submetida aos processos analíticos automatizados. No caso da PTP induzida por anticoagulante, esta relacionada à exposição antigênica das glicoproteínas IIb/IIIaaoácidoetileno-­dinitro-­tetra-­acético(EDTA). Pacientes que têm a contagem de plaquetas normal,quando vítimas de uma avaliação laboratorial espúria,podem estar sujeitos à iatrogenias terapêuticas e diagnósticas,como corticoterapia, punção medular, transfusão de concentrado de plaquetas ou mesmo esplenectomia. Além do mais, esses doentes com frequência não recebem um tratamento cirúrgico adequado devido à contraindicação de tais procedimentos com base em cima falsa baixa contagem de plaquetas. Chama a atenção o fato de alguns pacientes com esquistossomose mansônica hepatoesplênica(EHE) não poderem ser submetidos a procedimentos invasivos (realização de biópsias ,extração de dentes,cirurgia oftálmica de catarata, escleroterapia das varizes do esôfago) que, em muitos casos, seria a melhor opção terapêutica, por apresentar em baixa contagem de plaquetas, que pode não corresponder à realidade. Objetivo: Estabelecer a prevalênci a de pseudotrombocitopenia (PTP) em pacientes com esquistossomose mansônica hepatoesplênica (EHE). Pacientes e Métodos: Para investigar a prevalência da PTP neste grupo de pacientes realizou-­se estudo observacional transversal clínico laboratorial examinando- se amostras sanguíneas de pacientes com EHE e de grupo controle. O exame consistitiu na contagem de plaquetas empregando-se o método indireto de Fonio (contagem microscópica) e ma mostra livre de anticoagulante, bem como na contagem de plaquetas automatizada utilizando-se sangue total em EDTA nos tempos 20 e 180 minutos e,simultaneamente, realizando o procedimento anterior substituindo o anticoagulante pelo citrato de sódio. Nos casos das amostras com anticoagulantes, foi realizado esfregaço sanguíneo no momento de cada contagem automatizada no intuito de identificar presença de grumos ou satelitismos que explicassem a falsa redução do nuúmero de plaquetas da contagem automatizada. Resultado :A prevalência de PTP nos pacientes com EHE foi determinada após a comparação dos percentuais de redução da contagem de plaquetas,seus valores no método de referência e observações microscópicas das amostras.7.5% do grupo de pacientes com EHE apresentou grumos de plaquetas e 0.0% no grupo controles em EHE. Ao contrário do que a prática clínico laboratorial sugere, a prevalência de pseudotrombocitopenia em amostras anticoaguladas com citrato de sódio do grupo de pacientes com EHE foi 19.4% e 9.0% no grupo controles em EHE. Conclusão: A prevalência de pseudotrombocitopenia nos pacientes com EHE foi de7.5% com emprego de EDTAe19.4% com citrato de sódio.
local.publisher.initialsUFMG

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