Sabemos o que comemos?

dc.creatorLetícia Dell' Areti
dc.creatorLuiza Coutinho Martins
dc.date.accessioned2023-09-12T23:58:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:12:51Z
dc.date.available2023-09-12T23:58:47Z
dc.date.issued2016
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn9788567869216
dc.identifier.issn9788567869216
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58621
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofFeira Brasileira de Colégios de Aplicação e Escolas Técnicas
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlimentos - Composição
dc.subjectAlimentos - Consumo
dc.subjectHábitos alimentares
dc.subject.otherEducação alimentar
dc.subject.otherAlimentos industrializados
dc.subject.otherAçúcares livres
dc.subject.otherSódio
dc.titleSabemos o que comemos?
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage109
local.citation.issue4
local.citation.spage101
local.description.resumoA presente pesquisa foi pensada no âmbito da Feira Brasileira de Colégios de Aplicação e Escolas Técnicas 2016 (VI FEBRAT). Tomando como ponto de partida o tema da VI FEBRAT: “Ciência alimentando o Brasil” , a motivação inicial das coordenadoras do trabalho foi a promoção de uma maior consciência à respeito da escolha dos alimentos consumidos pelos alunos. Uma das questões mais evidentes sobre a alimentação atual é o processo de distanciamento humano em relação aos alimentos. O consumo cada vez maior de alimentos ultraprocessados afasta as pessoas da produção da comida e este distanciamento reflete em uma falta de conhecimento sobre o conteúdo e o preparo daquilo que se come. As pessoas, diferentemente dos demais seres vivos, ao alimentar-se não buscam apenas suprir suas necessiadades orgânicas e nitrientes. Não se “alimentam” de nutrientes mas de alimentos palpáveis, com cheiro, cor, textura e sabor. Portanto, o alimento como fonte de prazer e identidade cultural e familiar também é uma abordagem importante para promover a saúde. Muitas vezes, portanto, características das embalagens ou o contexto social da alimentação acabam se sobrepondo às características nutricionais e de promoção da saúde na escolha dos alimentos. Partindo da constatação desta realidade e da iminente necessidade da presença cada vez maior da educação alimentar no ambiente escolar, nos propusemos a pesquisar juntamente com as crianças a composição de alimentos industrializados consumidos por eles, principalmente no tocante da concentração de açúcar livre e sal que são consumidos em excesso pela nossa sociedade e são componentes muito relevantes dos alimentos ultraprocessados. Espera-se que a tomada de consciência da real composição dos alimentos possa ser um fator importante para a seleção dos alimentos a serem consumidos. Ao mesmo tempo pretendemos pesquisar opções mais saudáveis e também atrativas que possam, ao mesmo tempo, fortalecer relações sociais durante seu preparo. Este trabalho será realizado com um agrupamento de alunos do Segundo Ciclo de Formação Humana que escolheram desenvolver este tema durante um semestre. Propomos trabalhar a utilização de vídeos que mostram o conteúdo real de alguns alimentos industrializados, a leitura de rótulos e a elaboração de modelos com a quantidade real de açúcar ou sal em determinado alimento. Acreditamos que a manipulação da quantidade real de um componente ajuda as crianças a perceber de forma mais palpável o que nos rótulos se apresenta de forma mais abstrata. Espera-se que este trabalho promova uma reavaliação das atitudes e um consumo mais consciente de alimentos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentCP - CENTRO PEDAGOGICO - 1o.GRAU
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://drive.google.com/file/d/1f4pRcOkA5TWlndiwDR8ZCgZmLeFxBqsP/view

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