Experiências sociais sobre as políticas de inserção vividas por estudantes no departamento de educação campus Guanambi da Universidade do Estado da Bahia: acesso, permanência e das ações afirmativas

dc.creatorFausta Porto Couto
dc.date.accessioned2021-10-20T12:10:47Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:28:13Z
dc.date.available2021-10-20T12:10:47Z
dc.date.issued2021-05-27
dc.description.abstractThis investigation aimed to understand how students are reading and interpreting public policies of social inclusion of affirmative actions, permanence and integration that imply in the construction of their individuation within of a public university. This research is supported by the assumptions of Dubet (1994) and Martuccelli (2007), regarding the relations between subject and society, which present the individual as a questioner of their social roles and builder of strategies in the interaction actions that their time and space may give rise to. The research findings were analyzed from some concepts: social experience and its logic, from Dubet; evidence, supports and papers, from Martuccelli; and the concept of affirmative action as a public policy, systematizing the information from the exploratory questionnaire (231 students) and episodic narrative interviews of 23 students of different age groups, gender, race and class of the four undergraduate courses from the Department of Education - DEDC Campus XII of the State University of Bahia - UNEB. The students' evaluation of the policies promoted by UNEB and the differences identified in their experiences show the need for strengthening ethnic-racial identities and belongings. They also demonstrate that structural racism is rooted in everyday relationships, as well as stigmas, sexism and religious prejudice. It is also worth mentioning, in this sense, that, for affirmative actions, it is necessary to contextualize the concept of race beyond the quotas, just as, in student assistance, actions need to be thought of without meritocracy criteria. To enter university through racial or social quotas does not diminish the facing of hardships (MARTUCELLI, 2006) whether meritocratic or structural, because it will demand from the individual a greater effort, since there is no support from the State for this. Although studying is a right for those who have children, work, family or have already decided to study after 30 years old, there are challenges in trying to reconcile so many adverse situations. The students’ interpretations about social inclusion policies refer to their daily interactions within the university structures and other social mechanisms, considering the supports that facilitate or hinder their permanence, access and/or integration.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38443
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relationPrograma Institucional de Internacionalização – CAPES - PrInt
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectUniversidade do Estado da Bahia - Estudantes - Programas de ação afirmativa
dc.subjectUniversidade do Estado da Bahia - Estudantes - Aspectos sociais
dc.subjectEducação
dc.subjectEnsino superior - Bahia
dc.subjectEnsino superior - Políticas públicas
dc.subjectEstudantes universitários - Condições sociais
dc.subjectEstudantes universitários - Programas de ação afirmativa
dc.subjectEstudantes universitários - Inclusão social
dc.subjectUniversidades e faculdades públicas - Relações étnicas - Bahia
dc.subjectUniversidades e faculdades públicas - Políticas públicas - Bahia
dc.subjectUniversidades e faculdades públicas - Programas de ação afirmativa - Bahia
dc.subjectEducação inclusiva - Políticas públicas
dc.subjectInclusão em educação
dc.subjectBahia - Educação
dc.subjectBahia - Ensino superior
dc.subject.otherExperiências sociais
dc.subject.otherIndividuação
dc.subject.otherAções afirmativas.
dc.subject.otherEnsino superior
dc.subject.otherEstudantes
dc.titleExperiências sociais sobre as políticas de inserção vividas por estudantes no departamento de educação campus Guanambi da Universidade do Estado da Bahia: acesso, permanência e das ações afirmativas
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Luiz Alberto Oliveira Gonçalves
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5887145600907673
local.contributor.referee1Geraldo Magela Pereira Leão
local.contributor.referee1Nadia Hage Fialho
local.contributor.referee1Rodrigo Ednilson de Jesus
local.contributor.referee1Josias Benevides da Silva
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0561391146624547
local.description.resumoEsta investigação objetivou compreender como os estudantes estão lendo e interpretando as políticas públicas de inclusão social de ações afirmativas, permanência e integração que implicam na construção de sua individuação no âmbito de uma universidade pública. A pesquisa está apoiada nos pressupostos de Dubet (1994) e Martuccelli (2007), no que se refere às relações sujeito e sociedade, que apresentam o indivíduo como questionador de seus papéis sociais e construtor de estratégias nas ações de interação que o seu tempo e espaço podem suscitar. Os achados da pesquisa foram analisados a partir de alguns conceitos: experiência social e suas lógicas, de Dubet; provas, suportes e papéis a partir de Martuccelli; e o conceito de ações afirmativas enquanto política pública, ao sistematizar as informações do questionário exploratório (231 estudantes) e entrevistas narrativas episódicas de 23 estudantes de distintas faixas etárias, gênero, raça e classe dos quatro cursos de graduação do Departamento de Educação – DEDC, Campus XII da Universidade do Estado da Bahia - UNEB. A avaliação dos estudantes sobre as políticas promovidas pela UNEB e as diferenças identificadas em suas experiências evidenciam a necessidade de fortalecimento das identidades e dos pertencimentos étnico-raciais. Demonstram, ainda, que o racismo estrutural apresenta-se enraizado nas relações cotidianas, assim como os estigmas, o machismo, o sexismo e o preconceito religioso. Cabe ainda pautar, nesse sentido, que, para as ações afirmativas, é preciso contextualizar o conceito de raça para além das cotas, assim como, na assistência estudantil, as ações precisam ser pensadas sem os critérios de meritocracia. Ingressar na universidade por cotas raciais ou sociais não diminui os enfrentamentos das provações (MARTUCELLI, 2006) sejam meritocráticas ou estruturais, porque vai exigir do indivíduo um maior desdobramento, já que não há o suporte do Estado para isso. Embora estudar seja um direito para quem tem filhos, trabalho, família ou resolveu estudar depois dos 30 anos, existem desafios na tentativa de conciliar tantas situações adversas. As interpretações dos estudantes sobre as políticas de inclusão social remeteram às interações que travam cotidianamente no interior das estruturas da universidade e demais mecanismos sociais, considerando os suportes que facilitam ou dificultam sua permanência, acesso e/ou integração.
local.identifier.orcid0000-0002-1543-2354
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

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