Morte e vida das ruas comerciais: um estudo qualitativo na Savassi, Brasil

dc.creatorPaula Barros
dc.date.accessioned2022-07-06T19:23:42Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:01:07Z
dc.date.available2022-07-06T19:23:42Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn9786580968091
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42977
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro e Congresso de Escolas e Faculdades Públicas de Arquitetura da América do Sul (ARQUISUR)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRuas
dc.subjectBelo Horizonte (MG)
dc.titleMorte e vida das ruas comerciais: um estudo qualitativo na Savassi, Brasil
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue38 ; 23
local.description.resumoO aumento do número de novos empreendimentos comerciais de larga escala, dentre outros fatores, ao provocarem a estagnação econômica, a deterioração física e o abandono das ruas comerciais enquanto espaços que facilitam o encontro entre as pessoas têm inibido o desenvolvimento sustentável de várias cidades. “As ruas e suas calçadas, principais locais públicos de uma cidade, são seus órgãos mais vitais.” (JACOBS 2000, p. 29). Partindo do pressuposto que um conhecimento aprofundado das preferências das pessoas se faz necessário para nortear o desenvolvimento de políticas, planos, programas e projetos de reabilitação de ruas comerciais enquanto “suporte de múltiplos usos” (SANTOS 1988, p.98), foram realizadas 101 entrevistas semiestruturadas na Savassi, centralidade de grande importância simbólica, social, histórica e econômica para a cidade de Belo Horizonte, Brasil. A análise temática das respostas fornecidas pelos participantes indica que aspectos sociais, físicos bem como aqueles relacionados ao uso do solo e à gestão influenciam na atratividade das ruas comerciais. As evidências também sugerem que o incremento do valor de uso destes espaços demanda a criação de condições que contribuam para a promoção da sensação de segurança e conforto, facilitem uma variedade de interações sociais desejáveis e a redução do estresse. Concluindo, a capacidade de uma rua comercial resistir enquanto um espaço do encontro e da troca depende da articulação entre as várias políticas públicas, legislações urbanísticas, planos, programas e projetos que influenciam, direta ou indiretamente, no uso e na ocupação do solo bem como nos comportamentos e condutas dos cidadãos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - DEPARTAMENTO DE PROJETOS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://proceedings.science/arquisur-2019/papers/morte-e-vida-de-ruas-comerciais--um-estudo-qualitativo-na-savassi--brasil?lang=pt-br#

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