Desafios da construção de repertórios estéticos no ensino de Artes Visuais

dc.creatorVanessa Cristina Peixoto de Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-11T07:00:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:54:57Z
dc.date.available2019-08-11T07:00:23Z
dc.date.issued2015-12-12
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A9GGV2
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArte e educação
dc.subjectArte Estudo e ensino
dc.subject.otherFruição
dc.subject.otherAbordagem Triangular
dc.subject.otherEnsino de Arte
dc.subject.otherEnsino Fundamental
dc.titleDesafios da construção de repertórios estéticos no ensino de Artes Visuais
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Fabiana De Lucca Munaier
local.contributor.referee1Leticia Weiduschadt
local.description.resumoO ensino de Arte tem sido balizado há quase duas décadas pelaAbordagem Triangular, metodologia sistematizada por Ana Mae Barbosa. Essa teoria trouxe inegáveis avanços para a organização do ensino de Arte no Brasil, por colocar como eixos complementares o fazer, o contextualizar e o fruir arte. No entanto, esta é, ainda, uma proposta desafiadora. Essa pesquisa foi desenvolvida a partir das inquietações nascidas na dificuldade observada quanto à abordagem da ação fruidora nas aulas de arte. Busca-se compreender como o fruir, momento íntimo de conexão de experiências estéticas, esbarra em estereótipos sociais relacionados à arte e desaceleram a disposição ao fazer artístico, sobretudo no período de transição entre a infância e a adolescência. Ao longo da pesquisa, levantadas referências teóricas que dialogam com essa dificuldade e apontam caminhos para solucioná-la. A título de exemplificação prática, é exposto o relato de uma prática artístico/pedagógica realizada com alunos do 7º ano do Ensino Fundamental II, aonde são convidados a exercitar caminhos variados para a elaboração gráfica da figura humana, na tentativa de romper estereótipos sobre a prática do desenho. Nota-se que a empatia, uma vez considerada importante por todas as partes envolvidas, parte importante do processo de ensino/aprendizagem em arte, colaborará para o exercício do senso crítico e desenvolvimento do olhar sensível àrealidade, almejado pelos documentos oficiais de ensino vigentes no país. Por fim, conclui-se que cabe ao arte/educador proporcionar ao aluno experiências estéticas significativas, consistentes e bem elaboradas, na tentativa de apontar caminhos para o desenvolvimento do olhar do indivíduo em um sentido mais plural. Deve-se ampliar seu repertório imagético para superar estereótipos. Assim, a ação fruidora poderá alcançar seu propósito efetivamente.
local.publisher.initialsUFMG

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