Relações entre a cultura hacker e a intervenção urbana

dc.creatorKoji Pereira
dc.date.accessioned2019-08-12T17:25:06Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:29:43Z
dc.date.available2019-08-12T17:25:06Z
dc.date.issued2012-08-03
dc.description.abstractThe commodification of art has generated a dissident movement who has been using art as a tool for social change. One of the most prominent ways to discuss art as a commodity is using artistic processes to promote the urban space appropriation and the autonomy. Beyond the simple aesthetic public insertion in an art piece, thisdissertation aims to understand what are the possibilities and limits of the collective creation through artistic processes into people's lived experience. The hacker culture here is suggested as a fundamental part and it's an inspiration for the opening for empowerment on space. These discussions were developed under the light of two practical works, both exposed to the public. The first deals with the do-it-yourself hacker's ethics and about virtuality. The second elaborates about questions related to the urban space and the space empowerment. The objective is both analyze some possibilities, and document openly the creation process and the work publishing.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/JSSS-95ZFAF
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArte e sociedade
dc.subjectArte e tecnologia
dc.subjectHacker
dc.subjectIntervenções urbanas
dc.subject.otherCultura hacker
dc.subject.otherArte e tecnologia
dc.subject.otherEspaço público
dc.titleRelações entre a cultura hacker e a intervenção urbana
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Carlos Henrique Rezende Falci
local.contributor.referee1Eduardo Antonio de Jesus
local.contributor.referee1Francisco Carlos de Carvalho Marinho
local.description.resumoA comodificação da arte gera um movimento que, na contramão dessa tendência, vem utilizando a arte como ferramenta de transformação social. Uma das mais proeminentes formas de questionar a arte como mercadoria é utilizar de mecanismos artísticos para fomentar a apropriação do espaço urbano e a autonomia. Um pouco além da mera participação do público na obra, este trabalho procura entender quais são as possibilidades de criação coletiva através de processos artísticos na experiência vivida pelas pessoas. A cultura hacker aqui ésugerida como peça fundamental e é uma inspiração para essa abertura ao empoderamento do espaço. Essas discussões foram desenvolvidas à luz de dois trabalhos práticos desenvolvidos, ambos expostos ao público. Um que lida com a lógica hacker do faça-você-mesmo e da virtualidade e o outro discute as questõesrelativas ao espaço urbano e ao empoderamento do espaço. O objetivo é tanto de analisar algumas possibilidades, quanto de documentar abertamente o processo de criação e divulgação dos trabalhos.
local.publisher.initialsUFMG

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