A normatização disciplinar da historiografia universitária: Francisco Iglésias e a sua tese de livre-docência

dc.creatorAlessandra Soares Santos
dc.date.accessioned2021-12-10T17:50:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:19:07Z
dc.date.available2021-12-10T17:50:37Z
dc.date.issued2017-04
dc.description.abstractA disciplinary code of a history research was redefined by the first historians graduated in Brazilians universities. But it didn’t happen like a revolution or a radical paradigm change. Thus, the new ways to make history e think about the discipline must be connected with the different ways to write a history text. That paper aims to analyze the Francisco Iglésias thoughts about history knowledge, the discursive potential and the reception of his academic thesis, as well as his first papers published in the 1950 ́s, to confirm and produce a disciplinary reorganization made by professional historians, in the universities. We consider that the institutional bonds manifested on his texts weren’t just a formal procedure, but a deliberated way to distinguish from others history texts produced in that time.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.15848/hh.v0i23.1151
dc.identifier.issn1983-9928
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38840
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofHistória da historiografia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHistoriografia - Brasil
dc.subjectPesquisa - História - Brasil
dc.subjectFrancisco Iglésias (1923-1999)
dc.subject.otherConhecimento histórico
dc.titleA normatização disciplinar da historiografia universitária: Francisco Iglésias e a sua tese de livre-docência
dc.title.alternativeThe disciplinary norming of the university historiography: Francisco Iglésias and his academic thesis
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage77
local.citation.issue23
local.citation.spage64
local.citation.volume10
local.description.resumoA redefinição dos códigos disciplinares da pesquisa histórica pelos primeiros historiadores oriundos das universidades brasileiras não ocorreu por meio de nenhuma revolução ou mudança rápida de paradigma. Assim, os indícios da construção de novas maneiras de fazer e pensar a história devem ser localizados na forma como se concebeu cada empreendimento de escrita específico. Analisamos neste artigo o potencial discursivo e a recepção da tese de livre-docência de Francisco Iglésias e de seus primeiros textos publicados a partir de sua efetivação como docente, na década de 1950, para afirmar e produzir uma reorganização disciplinar do conhecimento histórico produzido na universidade. Consideramos que a vinculação institucional de seu texto não foi um procedimento puramente formal: foi a partir da universidade que ele justificou sua escolha temática e diferenciou sua escrita de outras produções historiográficas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentCP - CENTRO PEDAGOGICO - 1o.GRAU
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1151/671

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