Influence of cortisol awakening response on telomere length: trends for males and females

dc.creatorNataliethomas
dc.creatorAbdul'rahman Hudaib
dc.creatorMarco Aurelio Romano Silva
dc.creatorKiymet Bozaoglu
dc.creatorElizabeth hx Thomas
dc.creatorSusan Rossell
dc.creatorJayashri Kulkarni
dc.creatorCaroline Gurvich
dc.date.accessioned2023-01-25T17:00:34Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:39:54Z
dc.date.available2023-01-25T17:00:34Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractEmbora o desgaste dos telômeros esteja associado ao processo de envelhecimento normal, o menor comprimento dos telômeros (TL) tem sido associado a estressores agudos e crônicos. Um fator neurobiológico considerado responsável por esse atrito acelerado é a desregulação da resposta ao estresse do cortisol, que pode induzir danos ao DNA que afetam as tampas teloméricas do DNA. Diferenças sexuais marcantes são relatadas tanto na resposta ao estresse do cortisol quanto na dinâmica dos telômeros, mas não existe nenhuma investigação explícita da especificidade do sexo na relação entre cortisol e TL. Este estudo usou a modelagem de equações matemáticas para descrever a relação entre os níveis diurnos de cortisol e o comprimento dos telômeros no contexto do sexo, em uma população saudável. As respostas de despertar do cortisol (CAR) foram medidas por meio da metodologia ELISA em cinquenta e um participantes saudáveis (28 homens, 23 mulheres). qPCRs determinaram TL a partir de DNA genômico extraído da saliva. Para avaliar o efeito do cortisol livre na relação TL relativa, um gráfico de regressão semi-log das duas variáveis com tendência para o sexo foi ajustado usando curvas spline. Os resultados demonstraram diferenças significativas entre homens e mulheres na relação que define a associação CAR e LT (p = 0,03). Esses resultados sugerem que a relação não é linear e pode ser representada como uma função arcsin complexa, e que os padrões são opostos em homens e mulheres. Os machos demonstram uma correlação positiva, com níveis mais altos de CAR associados a sequências de telômeros mais longas. As fêmeas demonstraram uma correlação negativa. Estudos futuros devem levar cuidadosamente em consideração fatores moderadores, como sexo e hormônios sexuais ao longo da vida, ao investigar o comprimento dos telômeros.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1111/ejn.14996
dc.identifier.issn0953-816X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49141
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEuropean journal of neuroscience
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectHidrocortisona
dc.subjectCaracteres Sexuais
dc.subjectEstresse Psicológico
dc.subject.othercortisol
dc.subject.othersalivary telomere length
dc.subject.othersex differences
dc.subject.otherstress
dc.titleInfluence of cortisol awakening response on telomere length: trends for males and females
dc.title.alternativeInfluência da resposta do cortisol ao despertar no comprimento dos telômeros: tendências para homens e mulheres
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage2803
local.citation.issue9-10
local.citation.spage2794
local.citation.volume55
local.description.resumoAlthough telomere attrition is associated with the process of normal ageing, shorter telomere length (TL) has been associated with acute and chronic stressors. A neu-robiological factor hypothesised to be responsible for this accelerated attrition is the dysregulation of the cortisol stress response, which can induce DNA damage affect-ing DNA telomeric caps. Marked sex differences are reported in both the cortisol stress response and telomere dynamics, yet no explicit investigation of sex specific-ity on the relationship between cortisol and TL exists. This study used mathematical equation modelling to describe the relationship between diurnal cortisol levels and telomere length within the context of sex, in a healthy population. Cortisol awaken-ing responses (CAR) were measured via ELISA methodology in fifty-one healthy participants (28 males, 23 females). qPCRs determined TL from genomic DNA extracted from saliva. To assess the effect of free cortisol on relative TL ratio, a semi-log regression plot of the two variables trended for sex were fitted using spline curves. Results demonstrated significant differences between males and females in the relationship defining CAR and TL association (p = 0.03). These results suggest the relationship is not linear and can be represented as a complex arcsin function, and that the patterns are opposite in males and females. Males demonstrate a positive cor-relation, with higher levels of CAR being associated with longer telomere sequences. Females demonstrated a negative correlation. Future studies must carefully take into consideration moderating factors such as sex, and sex hormones across the lifespan when investigating telomere length.
local.identifier.orcid0000-0002-6558-4639
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE SAÚDE MENTAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/ejn.14996

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