Autocrítica autoetnográfica como alternativa ontoepistêmica: uma tese-diálogo tecida na heterogeneidade

dc.creatorCamila Oliveira Fonseca
dc.date.accessioned2023-12-06T14:18:06Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:18:34Z
dc.date.available2023-12-06T14:18:06Z
dc.date.issued2023-08-24
dc.description.abstractThe main goal of this study is to trigger a pragmatic shift that aims to denaturalize the contextual character of the interpretative processes through which this academic-scientific research is constituted. Situated within the field of Applied Linguistics and precisely because of the questioning and problematizing impulse that sustains it, this research consolidates as a self-critical exercise that provokes a continuous and persistent movement of interrupting the stability that intends to confine the body-mind-spirit complexity manifested throughout this study. Having as a starting point the paradigm of situated heterogeneity, the memories and narratives of personal experiences shared in this work interact with different perspectives and cosmovisions, in addition to establishing a constant dialogue with the reader. Various forms of expression and language favor the situated heterogeneity that unfolds throughout the text, bringing to the fore conflicts and questions that serve as fuel for dialogue. The performative decolonial praxis that unfolds in this work offers contributions to the extent that it interrupts the logic of separability that puts meanings which are mutually constituted in opposition and makes evident the incompleteness and interdependence that make possible the dialogue between the different and among the differences that constitute the heterogeneity of beings and knowledge, helping to preserve the dissent that ensures coexistence.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61774
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relationPrograma Institucional de Internacionalização – CAPES - PrInt
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectLinguística aplicada
dc.subjectProfessores de línguas – Formação
dc.subjectProfessores de línguas – Narrativas pessoais
dc.subjectProfessores de línguas – Aspectos psicológicos
dc.subjectEtnologia
dc.subjectHeterogeneidade
dc.subject.otherautocrítica
dc.subject.otherheterogeneidade
dc.subject.othertese-diálogo
dc.subject.otherdissenso
dc.subject.otherjustiça ontológica
dc.titleAutocrítica autoetnográfica como alternativa ontoepistêmica: uma tese-diálogo tecida na heterogeneidade
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Andréa Machado de Almeida Mattos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7749222257907067
local.contributor.referee1Lynn Mario Trindade Menezes de Souza
local.contributor.referee1Daniel de Mello Ferraz
local.contributor.referee1Miriam Lucia dos Santos Jorge
local.contributor.referee1Luciana Ferrari de Oliveira Fiorot
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9759237243166572
local.description.resumoEste estudo tem como objetivo principal desencadear um deslocamento pragmático que se destina a desnaturalizar o caráter contextual dos processos interpretativos por meio dos quais esta pesquisa acadêmico-científica se constitui. Situada no âmbito da Linguística Aplicada e, justamente em razão da pulsão questionadora e problematizadora que a nutre, a presente pesquisa se consolida como exercício autocrítico que provoca um movimento contínuo e persistente de interrupção da estabilidade que visa encerrar a complexidade corpo-mente-espírito manifesta ao longo deste estudo. Tendo como ponto de partida o paradigma da heterogeneidade situada, as memórias e narrativas de experiências pessoais compartilhadas neste trabalho interagem com diferentes perspectivas e cosmovisões, além de estabelecerem uma constante interlocução com o leitor/ a leitora. Variadas formas de expressão e linguagem favorecem a heterogeneidade situada que se desvela no decorrer do texto, trazendo à tona conflitos e questionamentos que servem de combustível para o diálogo. A práxis decolonial performativa que se desdobra neste trabalho oferta contribuições na medida em que interrompe a lógica de separabilidade que coloca em oposição sentidos que se constituem mutuamente, e torna evidente a incompletude e a interdependência que possibilitam o diálogo entre diferentes e entre as diferenças presentes na heterogeneidade constitutiva dos seres e dos saberes, o que colabora para a preservação do dissenso que assegura a coexistência.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos

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