Notas sobre autonomia e desqualificação social de mulheres prostitutas

dc.creatorAndré Geraldo Ribeiro Diniz
dc.creatorClaudia Andréa Mayorga Borges
dc.date.accessioned2023-10-09T20:26:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:21:12Z
dc.date.available2023-10-09T20:26:25Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractLos discursos que conciben a las prostitutas como víctimas son tensados por ellas por la demandante afirmación de sus autonomías. La investigación aquí presentada se dio a partir de inmersión en la Zona Bohemia de la calle Guaicurus, en la ciudad de Belo Horizonte, y de entrevistas con ocho mujeres prostitutas. Presentamos algunos mecanismos psicosociales que impiden el acceso de las prostitutas al circuito instituido de reconocimiento social, analizando la asociación de esos mecanismos con experiencias de enfrentamiento y resistencia a dinámicas de descalificación social. Las narrativas de las prostitutas entrevistadas nos dan pistas de que sus trayectorias se construyen entre sujeción y resistencia a la sujeción, heteronomía y afirmación de autonomía. La ambigüedad de las dinámicas sociales les permite interpelar los efectos destructivos de la subalternidad y, como efecto, diseminan en el tejido social otros saberes sobre sus condiciones de vida.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1807-0310/2018v30165432
dc.identifier.issn1807-0310
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59302
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPsicologia & Sociedade
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTrabalho sexual
dc.subjectAutonomia pessoal
dc.subjectExclusão social
dc.subjectIdentidade de gênero
dc.subject.otherProstituição
dc.subject.otherAutonomia
dc.subject.otherResistência
dc.subject.otherGênero
dc.titleNotas sobre autonomia e desqualificação social de mulheres prostitutas
dc.title.alternativeNotas sobre la autonomía y la descalificación social de mujeres prostitutas
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume30
local.description.resumoOs discursos que concebem as prostitutas como vítimas são tensionados, por elas, pela recorrente afirmação de suas autonomias. A pesquisa aqui apresentada se deu a partir de imersão na Zona Boêmia da Rua Guaicurus, na cidade de Belo Horizonte, e de entrevistas com oito mulheres prostitutas. Apresentamos alguns mecanismos psicossociais que impedem o acesso das prostitutas ao circuito instituído de reconhecimento social, analisando a associação desses mecanismos com experiências de enfrentamento e resistência a dinâmicas de desqualificação social. As narrativas das prostitutas entrevistadas nos dão pistas de que suas trajetórias se constroem entre sujeição e resistência à sujeição, heteronomia e afirmação de autonomia. A ambiguidade das dinâmicas sociais lhes permite interpelar os efeitos destrutivos da subalternidade e, como efeito disso, elas disseminam no tecido social outros saberes sobre suas condições de vida.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3086-1026
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1728-0726
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/psoc/a/fjyspX9bKyFcYdFxb9T359m/abstract/?lang=pt

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