Uma nota sobre uma teoria medieval acerca de inexistentes

dc.creatorErnesto Perini Frizzera da Mota Santos
dc.date.accessioned2021-10-13T13:39:08Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:21:27Z
dc.date.available2021-10-13T13:39:08Z
dc.date.issued2018-12
dc.description.abstractSome medieval solutions to the sophism ´omnis homo de necessitate est animal´ postulate a special kind of being, the being of essence (esse essentiae), in order to explain how a necessary predication can be true about beings whose existence is contingent. The esse essentiae, distinct from the actual being (esse actuale), has only necessary properties. From this feature of medieval theories, two differences with contemporary Meinongian approaches follow. Firstly, according to Meinong, the sort of property an object has does not depend on its ontological status – the so-called ´Independence Principle´. Moreover, the esse essentiae is not part of the account of intentionality. Medieval theories that deem necessary to postulate a special kind of being to explain intentionality do not postulate the esse essentiae. Meinongian objects, on the other hand, are part of the account of intentionality and of the evaluation of sentences about non-existents.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.34019/2448-2137.2018.17873
dc.identifier.issn2448-2137
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38344
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofÉtica e Filosofia Política
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLógica
dc.subjectEssência (Filosofia)
dc.subjectFilosofia medieval
dc.subjectObjetos inexistentes (Filosofia)
dc.subject.otherSofisma
dc.subject.otherInexistentes
dc.subject.otherEsse essentiae
dc.subject.otherEsse actuale
dc.subject.otherPrincípio da independência
dc.subject.otherMeinong
dc.subject.otherAnonymus liberanus
dc.subject.otherAnonymus tabarroneus
dc.titleUma nota sobre uma teoria medieval acerca de inexistentes
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage128
local.citation.issue21
local.citation.spage109
local.citation.volume3
local.description.resumoAlgumas soluções medievais para o sofisma ´omnis homo de necessitate est animal´ postulam um tipo especial de ser, o ser da essência (esse essentiae), que explica como uma predicação necessária pode ser verdadeira sobre seres cuja existência é contingente. O ser da essência, distinto do ser efetivo (esse actuale), admite apenas propriedades necessárias. Deste traço se seguem duas diferenças em relação a teorias meinonguianas acerca do não ser. Inicialmente, segundo Meinong, o tipo de propriedade de um objeto é independente de ele existir – o chamado ´Princípio da Independência´. Além disto, o ser da essência não é parte da explicação da intencionalidade. Teorias medievais que julgam dever explicar a intencionalidade pela postulação de um tipo especial de ser não o fazem pela postulação do esse essentiae. Objetos meinoinguianos, por seu vez, servem para explicar tanto a intencionalidade quanto a distribuição intuitiva de valores de verdade para sentenças sobre inexistentes.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5805-5985
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufjf.br/index.php/eticaefilosofia/article/view/17873

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