Adolescências feridas: retrato das violências com arma de fogo notificadas no brasil

dc.creatorIsabella Vitral Pinto
dc.creatorAdalgisa Peixoto Ribeiro
dc.creatorAna Pereira Dos Santos
dc.creatorPaula Bevilacqua
dc.creatorSheila Aparecida Ferreira Lachtim
dc.creatorVinícius Oliveira de Moura Pereira
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.date.accessioned2023-10-26T21:07:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:19:42Z
dc.date.available2023-10-26T21:07:47Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractABSTRACT:Objective: To describe the notifications of interpersonal and self-inflicted firearm violence in adolescents and to identify the factors associated with the notification of this event. Methodology: Cross-sectional study analyzing data from Sinan from 2011 to 2017, in adolescents aged 10-19 years, injured by firearms. The χ2 test was used to verify the gender ratio difference. Correlation analysis and multiple linear regression were performed between the logarithm of the firearm notification rate and each independent variable, in a sample of large municipalities. Results: There were 30,103 reports of firearm violence in adolescents, of which (74.7%) were males aged 15-19 years (83.8%). Among girls, violence is more common at home, with a known perpetrator, and with physical and sexual violence combined. The death rate by firearms was higher in Fortaleza, Maceió, João Pessoa, Salvador and Natal, ranging from 105.88 to 71.73 per 100 thousand. Higher notification rates of firearm violence were associated with higher firearm death rates and greater coverage of health facilities. Conclusion: Firearm violence is a major public health problem in adolescents. Attacks on the disarmament statute and the loosening of gun possession and ownership directly confront the present and future of children and adolescents.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doiDOI: 10.1590/1980-549720200002.supl.1
dc.identifier.issn1415790X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60136
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdolescente
dc.subjectSistemas de Informação em Saúde
dc.subjectVigilância em Saúde Pública
dc.subjectFerimentos por Arma de Fogo
dc.subject.otherAdolescente
dc.subject.otherSistemas de informação em saúde
dc.subject.otherVigilância em Saúde Pública
dc.subject.otherFerimentos por Arma de Fogo
dc.titleAdolescências feridas: retrato das violências com arma de fogo notificadas no brasil
dc.title.alternativeWounded adolescences: a portrait of firearm violence reported in Brazil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage13
local.citation.issueSuppl 1
local.citation.spage1
local.citation.volume23
local.description.resumoRESUMO: Objetivos: Descrever as notificações de violências interpessoais e autoprovocadas com arma de fogo em adolescentes e identificar os fatores associados à notificação desses eventos. Metodologia: Estudo transversal com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) de 2011 a 2017, em adolescentes de 10 a 19 anos feridos por arma de fogo. Utilizou-se o teste χ 2 para verificar a diferença de proporção entre os sexos. Realizaram-se análise de correlação e regressão linear múltipla entre o logaritmo da taxa de notificação por arma de fogo e cada variável independente, em amostra de municípios de grande porte. Aplicaram-se teste de normalidade e homocedasticidade ao modelo final. Resultados: Registraram-se 30.103 notificações de violências com armas de fogo em adolescentes, sendo 74,7% no sexo masculino de 15 a 19 anos (83,8%). Entre as meninas, a violência é mais comum na residência, com agressor conhecido e violência física e sexual combinadas. A taxa de óbito por arma de fogo foi maior em Fortaleza, Maceió, João Pessoa, Salvador e Natal, variando de 105,88 a 71,73 por 100 mil. A maior taxa de notificação de violência por arma de fogo teve associação com maiores taxas de óbito por esse tipo de arma e maior cobertura das unidades de saúde. Conclusão: A violência perpetrada por arma de fogo é um importante problema de saúde pública em adolescentes. Os ataques ao estatuto do desarmamento e a flexibilização do porte e da posse de armas afrontam diretamente o presente e o futuro das crianças e adolescentes.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/1980-549720200002.supl.1

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