Evolução dos indicadores de mercado de trabalho da população venezuelana no Brasil sob uma perspectiva de gênero

dc.creatorGisela Zapata
dc.creatorGilvan Ramalho Guedes
dc.creatorWalmir dos Reis Miranda Filho
dc.date.accessioned2025-09-03T20:53:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:41:04Z
dc.date.available2025-09-03T20:53:23Z
dc.date.issued2024
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn978-65-89463-90-0
dc.identifier.issn2966-4314
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84821
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro Nacional de Estudos Populacionais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVenezuelanos
dc.subjectMercados
dc.subjectIndicadores
dc.subjectGênero
dc.titleEvolução dos indicadores de mercado de trabalho da população venezuelana no Brasil sob uma perspectiva de gênero
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage9
local.citation.issue23
local.citation.spage1
local.description.resumoA resposta do Brasil aos fluxos migratórios provenientes da Venezuela – ancorada na Operação Acolhida – representou um marco importante na trajetória institucional e normativa da política migratória e de refúgio no país. Este artigo analisa a evolução dos indicadores de mercado de trabalho sob uma perspectiva de gênero para as pessoas venezuelanas interiorizadas – voluntariamente relocalizadas de Roraima para outros estados no Brasil – no âmbito da Operação Acolhida em dois momentos do tempo: durante (2021) e depois da pandemia de COVID-19 (2023). O recorte por gênero é importante dadas as já documentadas disparidades entre homens e mulheres no mercado de trabalho no Brasil e as vulnerabilidades de gênero e lugar acumuladas pela população migrante. A análise baseia-se em dados inéditos, representativos da população refugiada e migrante venezuelana no Brasil, composta por duas amostras probabilísticas complexas independentes. Para garantir que a mesma população-alvo esteja sob análise, comparam-se as pessoas interiorizadas entre março de 2020 e agosto de 2021 da primeira amostra (coletada em 2021) com as pessoas interiorizadas no mesmo período da segunda amostra (coletada em 2023). Os resultados sugerem que o maior tempo de exposição ou permanência da população interiorizada no mercado de trabalho brasileiro teve um impacto positivo nas suas dinâmicas de inserção laboral, principalmente para as mulheres, em termos da taxa de subutilização da força de trabalho, posse de carteira assinada, e ganhos reais no rendimento, dentre outros.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE DEMOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://proceedings.science/encontro-abep/abep-2024/trabalhos/evolucao-dos-indicadores-de-mercado-de-trabalho-da-populacao-venezuelana-no-bras?lang=pt-br

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