Relação espacial entre o estojo córneo e a falange distal em éguas campolina adultas com e sem obesidade

dc.creatorJéssica Fontana de Magalhães
dc.creatorLeonardo Resende Lima
dc.creatorCahuê Francisco Rosa Paz
dc.creatorSérgio S. Rocha Junior
dc.creatorAlvaro de Paula Lage de Oliveira
dc.creatorPatricia de Castro Duarte
dc.creatorGeraldo Eleno Alves da Silveira
dc.creatorRafael Resende Faleiros
dc.date.accessioned2022-02-25T14:42:50Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:14:07Z
dc.date.available2022-02-25T14:42:50Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1678-4162-10702
dc.identifier.issn16784162
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39698
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofArquivo brasileiro de medicina veterinária e zootecnia (online)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEquino
dc.subjectLaminite
dc.subjectAfundamento
dc.titleRelação espacial entre o estojo córneo e a falange distal em éguas campolina adultas com e sem obesidade
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage1780
local.citation.issue6
local.citation.spage1773
local.citation.volume71
local.description.resumoA laminite endocrinopática tem acometido um número crescente de equinos com sinais de obesidade. Em um estudo recente com fêmeas jovens (até cinco anos) da raça Campolina, demonstraram-se indícios de alterações no dígito, ainda discretas, aparentemente associadas ao aumento da adiposidade. Com a hipótese de que essa associação é mais evidente em animais em faixa etária superior, o objetivo do presente estudo foi estudar éguas adultas (acima de cinco anos) da raça Campolina com e sem obesidade, avaliando-se radiograficamente a relação espacial entre estojo córneo e falange distal. Foram utilizadas 27 éguas entre seis e 14 anos de idade, sendo analisadas variáveis de adiposidade e medidas radiográficas dos cascos dos membros torácicos de equinos com escore corporal de 5 a 7/9 (grupo controle) e de 8 a 9 (grupo obeso). Foram feitas comparações entre os grupos e correlacionaram-se as variáveis de adiposidade com variáveis casco. A distância de afundamento da falange distal foi cerca de 20% superior nas éguas obesas (12,3±2,5 contra 10,2±2,2mm no grupo controle). Esse parâmetro também correlacionou (P<0,01) com vários parâmetros de adiposidade, com destaque para o escore de condição corporal (r=0,47) e a circunferência de pescoço a 75% (r=0,42). Os resultados corroboram estudos prévios que demonstraram associação entre obesidade e indícios de separação entre falange distal e estojo córneo em equinos de raças nacionais, comprovando, assim, a utilidade da avaliação radiográfica nesses animais. Em conclusão, éguas da raça Campolina com obesidade possuem alterações evidentes na relação espacial entre estojo córneo e falange distal, que se intensificam com o aumento da idade e da adiposidade.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentVET - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA E CIRURGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/abmvz/a/m9nRVT7Dwy4d3LNkKtwWbbv/?lang=pt

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