Prevalência dos fatores de risco comportamentais relacionados à qualidade de vida das mulheres brasileiras em idade climatérica de acordo com o estado menopausal

dc.creatorAndressa Soares Rodrigues
dc.date.accessioned2024-07-29T13:22:48Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:21:31Z
dc.date.available2024-07-29T13:22:48Z
dc.date.issued2024-04-04
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/72051
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectClimatério
dc.subjectMenopausa
dc.subjectTerapia de Reposição Hormonal
dc.subjectSaúde da Mulher
dc.subjectEducação em Saúde
dc.subjectQualidade de vida
dc.subject.otherClimatério
dc.subject.otherMenopausa
dc.subject.otherTerapia de Reposição Hormonal
dc.subject.otherSaúde da Mulher
dc.subject.otherEducação em Saúde
dc.subject.otherQualidade de vida
dc.titlePrevalência dos fatores de risco comportamentais relacionados à qualidade de vida das mulheres brasileiras em idade climatérica de acordo com o estado menopausal
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Mariana Santos Felisbino Mendes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5074825535350952
local.description.embargo2026-04-04
local.description.resumoObjetivo: Estimar a prevalência dos fatores de risco comportamentais relacionados à qualidade de vida das mulheres brasileiras em idade climatérica, em comparação com aquelas que menstruam e tiveram a menopausa. Além disso, estimar essa prevalência entre as mulheres usuárias e não usuárias da TRH após a menopausa. Métodos: Estudo epidemiológico e descritivo que utilizou dados secundários da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019. A amostra de 21.208 mulheres de 40 a 65 anos foi dividida em quatro grupos de acordo com o estado menopausal. Estimou-se a prevalência de fatores de risco comportamentais relacionados à qualidade de vida com intervalos de confiança de 95%, considerando-se a amostra complexa para obter estimativas populacionais. Resultados: Observou-se maiores prevalências dos comportamentos saudáveis no grupo de mulheres que ainda menstruam e nas mulheres que fazem TRH. Aquelas que já tiveram a menopausa apresentaram maior prevalência dos comportamentos de risco, com menor adesão aos hábitos saudáveis. Conclusão: Foi observado em ambos grupos comportamentos de risco, sendo maiores nos grupos das mulheres que já tiveram menopausa e nas que não fazem TRH. Tais hábitos enfatizam a necessidade de atuar sobre esses fatores para a promoção de oportunidades a essas mulheres na adesão a hábitos saudáveis de vida. Também é importante ressaltar que todas as mulheres climatéricas devem ser acompanhadas de forma integral e universal, com acesso às terapias hormonais para melhoria da qualidade de vida.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Modalidade Residência

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