Risk factors associated with readmissions of patients with severe mental disorders under treatment with antipsychotics

dc.creatorRonaldo Portela
dc.creatorMilton Leonard Wainberg
dc.creatorSaulo Castel
dc.creatorHelian Nunes de Oliveira
dc.creatorCristina Mariano Ruas
dc.date.accessioned2024-02-20T16:22:51Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:00:41Z
dc.date.available2024-02-20T16:22:51Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractFundamento: O objetivo deste estudo foi avaliar o risco de readmissão em pacientes com transtornos mentais graves, compará-lo entre pacientes em uso de diferentes tipos de antipsicóticos e determinar fatores de risco para readmissão psiquiátrica. Métodos: Prontuários de uma coorte não concomitante de 625 pacientes com transtornos mentais graves (como psicoses e transtornos graves de humor) que receberam alta hospitalar de janeiro a dezembro de 2012 (entrada na coorte), com acompanhamento longitudinal até dezembro de 2017 constituem a amostra. Foi realizada análise estatística descritiva das características da amostra do estudo. Os fatores de risco para readmissão foram avaliados por meio da regressão de Cox. Resultados: O sexo masculino representou 51,5% da coorte e 75,6% dos pacientes não tinham companheiro. A maioria dos pacientes (89,9%) morava com familiares e 64,7% não completaram o ensino fundamental. Apenas 17,1% faziam uso de mais de um antipsicótico, 34,2% não aderiram ao tratamento e 13,9% interromperam o medicamento por indisponibilidade em farmácias públicas. Houve necessidade de troca do antipsicótico devido à falta de resposta terapêutica (11,2% dos pacientes) e reações adversas ao antipsicótico (5,3% dos pacientes). A regressão de Cox mostrou que o risco de readmissão aumentou em 25,0% (RR, 1,25; IC 95%, 1,03–1,52) quando usaram antipsicóticos típicos, em comparação com aqueles que usaram atípicos, e em 92,0% (RR, 1,92; 95% IC, 1,63–2,27) quando os pacientes não aderiram ao tratamento de manutenção em comparação aos que aderiram. Conclusões: O uso de antipsicóticos atípicos e a adesão ao tratamento foram associados a um menor risco de readmissões psiquiátricas.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1186/s12888-022-03794-6
dc.identifier.issn1471-244X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/64327
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofBMC psychiatry
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTranstornos mentais
dc.subjectAntipsicóticos
dc.subjectReadmissão do paciente
dc.subjectHospitais psiquiátricos
dc.subject.otherSevere mental disorders
dc.subject.otherAntipsychotics
dc.subject.otherReadmission
dc.subject.otherPsychiatric hospital
dc.titleRisk factors associated with readmissions of patients with severe mental disorders under treatment with antipsychotics
dc.title.alternativeFatores de risco associados às readmissões de pacientes com transtornos mentais graves em tratamento com antipsicóticos
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume22
local.description.resumoBackground: The aim of this study was to assess the risk of readmission in patients with severe mental disorders, compare it between patients using different types of antipsychotics and determine risk factors for psychiatric readmission. Methods: Medical records of a non-concurrent cohort of 625 patients with severe mental disorders (such as psychoses and severe mood disorders) who were first discharged from January to December 2012 (entry into the cohort), with longitudinal follow-up until December 2017 constitute the sample. Descriptive statistical analysis of characteristics of study sample was performed. The risk factors for readmission were assessed using Cox regression. Results: Males represented 51.5% of the cohort, and 75.6% of the patients had no partner. Most patients (89.9%) lived with relatives, and 64.7% did not complete elementary school. Only 17.1% used more than one antipsychotic, 34.2% did not adhere to the treatment, and 13.9% discontinued the medication due to unavailability in public pharmacies. There was a need to change the antipsychotic due to the lack of therapeutic response (11.2% of the patients) and adverse reactions to the antipsychotic (5.3% of the patients). Cox regression showed that the risk of readmission was increased by 25.0% (RR, 1.25; 95% CI, 1.03–1.52) when used typical antipsychotics, compared to those who used atypical ones, and by 92.0% (RR, 1.92; 95% CI, 1.63–2.27) when patients did not adhere to maintenance treatment compared to those who adhered. Conclusions: Use of atypical antipsychotics and adherence to treatment were associated with a lower risk of psychiatric readmissions.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6267-1278
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9390-4652
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1635-5175
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0275-8416
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA SOCIAL
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://bmcpsychiatry.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12888-022-03794-6

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Risk factors associated with readmissions of patients with severe mental disorders under treatment with antipsychotics.pdf
Tamanho:
202.43 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
License.txt
Tamanho:
1.99 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: