Instabilidade do cotovelo
| dc.creator | José Carlos Souza Vilela | |
| dc.creator | Luiz Eduardo Moreira Teixeira | |
| dc.creator | Eduardo Louzada da Costa | |
| dc.creator | João Paulo Macedo Vilela | |
| dc.creator | Thalles Leandro Abreu Machado | |
| dc.date.accessioned | 2023-07-06T18:50:32Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:50:09Z | |
| dc.date.available | 2023-07-06T18:50:32Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/55900 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | PROATO: Programa de Atualização em Traumatologia e Ortopedia | |
| dc.rights | Acesso Restrito | |
| dc.subject | Cotovelo | |
| dc.subject | Fraturas do Cotovelo | |
| dc.subject.other | Cotovelo | |
| dc.subject.other | Fraturas do Cotovelo | |
| dc.title | Instabilidade do cotovelo | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.issue | 3 | |
| local.description.resumo | As luxações do cotovelo constituem 10 a 25% de todas as lesões do cotovelo. Das lesões no membro superior, a luxação do cotovelo é a segunda mais frequente, após a do ombro. O mecanismo mais frequente de luxação do cotovelo é de queda ao solo sobre a mão estendida e o cotovelo semiestendido.Acidentes com veículos motorizados, lesões esportivas e outros mecanismos de alta energia são também responsáveis por uma grande parte das luxações nos indivíduos jovens. A média de idade nos casos de luxação do cotovelo é de 30 anos. Aproximadamente, 90% das luxações ocorrem com desvio posterior ou posterolateral do antebraço em relação ao úmero. Em casos mais raros, o desvio é lateral ou anterior do antebraço. O cotovelo é a segunda articulação, em frequência, a sofrer luxação nos adultos, com incidência anual de 5 a 6 por 100.000.As fraturas mais frequentemente associadas à luxação do cotovelo são da cabeça do rádio e/ou do processo coronoide da ulna. Ocasionalmente, os côndilos e/ou epicôndilos do úmero estão envolvidos. Quando ocorrem fraturas associadas às luxações, essas são denominadas luxações complexas. Felizmente, a maioria das luxações é simples ou com fraturas marginais de tratamento não operatório.OBJETIVOS Após a leitura deste artigo, o leitor deverá ser capaz de: compreender a biomecânica e a anatomia aplicadas à estabilidade do cotovelo;reconhecer as alterações patológicas mais frequentemente associadas à instabilidade do cotovelo e respectivas propedêuticas e tratamentos; diagnosticar e planejar o tratamento das fraturas associadas às luxações do ombro. | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0003-1276-5679 | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | MED - DEPARTAMENTO DE APARELHO LOCOMOTOR | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://portal.secad.artmed.com.br/artigo/instabilidade-do-cotovelo |
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