Caminhando de costas: Pau Brasil (Oswald de Andrade) e Boitempo (Carlos Drummond de Andrade)

dc.creatorRoberto Alexandre do Carmo Said
dc.date.accessioned2024-12-06T11:58:02Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:27:28Z
dc.date.available2024-12-06T11:58:02Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractPau-Brasil (1925), by Oswald de Andrade, and Boitempo (1968), by Carlos Drummond de Andrade, are threshold works, as they stand respectively at the opening and closing of the intermittent modernist era of Brazilian literature. Also, the two collections of poems revisit the colonial and oligarchic past, building unique interpretations of Brazilian history. In this sense, we start from the assumption that they build internally, each in its own way, their own historicity, defined from a composite time. This article intends to carry out a comparative reading between the two works, to investigate the way in which they rethink, in a poetic way, structural elements of our historical and social formation
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/2238-38752022v1228
dc.identifier.issn2238-3875
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/78493
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSociologia & Antropologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPoesia brasileira - História e crítica
dc.subjectModernismo (Literatura)
dc.subject.otherModerinsmo
dc.subject.otherMemorialismo
dc.subject.otherHistoricidade
dc.subject.otherAutoritarismo
dc.subject.otherPoesia
dc.titleCaminhando de costas: Pau Brasil (Oswald de Andrade) e Boitempo (Carlos Drummond de Andrade)
dc.title.alternativeWalking backwards: Pau Brasil (Oswald de Andrade) and Boitempo (Carlos Drummond de Andrade)
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue2
local.citation.volume12
local.description.resumoPau-Brasil (1925), de Oswald de Andrade, e Boitempo (1968), de Carlos Drummond de Andrade, são obras limiares, à medida que se situam respectivamente na abertura e no fechamento da intermitente era modernista da literatura brasileira. Além disso, as duas coletâneas de poemas revisitam o passado colonial e oligárquico, construindo intepretações singulares sobre a história do Brasil. Nesse sentido, partimos do pressuposto de que elas constroem internamente, cada uma a seu modo, uma historicidade própria, definida a partir de um tempo compósito. Este artigo pretende realizar uma leitura comparada entre as duas obras, a fim de investigar o modo como elas repensam, em viés poético, elementos estruturais de nossa formação histórica e social.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6827-3852
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://sociologiaeantropologia.com.br/revista/v12-n02/

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