Comparação entre os resultados funcionais e da estabilidade articular da reconstrução do ligamento cruzado anterior pelas técnicas transportal e transtibial

dc.creatorGuilherme Moreira de Abreu e Silva
dc.date.accessioned2019-08-11T03:10:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:49:14Z
dc.date.available2019-08-11T03:10:35Z
dc.date.issued2013-01-28
dc.description.abstractINTRODUCTION: The goals of anterior cruciate ligament surgery are to restore stability and improve function. The transtibial arthroscopic technique had made this procedure as the gold standard treatment in the last decades. However, biomechanics and anatomic studies have brought into question its ability to restore knees homeostasis. The concept of anatomic reconstruction has been developed, as well as the transportal procedure. OBJECTIVES: The objective of this study is to evaluate the clinical results of the anterior cruciate ligament reconstruction through transportal or transtibial technique. METHODS: Sixty-one patients (seventy-one knees) in whom an anterior cruciate reconstruction was made (41knees through a transportal technique and 30 knees through a transtibial technique) were evaluated, considering the functional scores (IKDC and Lysholm), stability (pivot-shift, anterior drawer test, Lachman test and KT-1000- MEDmetrics®) and global articular function (extension and flexion deficit, thigh circumference and monopodalic hop test performance). RESULTS: Transportal technique showed better results in terms of stability than transtibial technique (transportal versus transtibial results, respectively positive pivot-shift: 14.6% versus 60%, p 0.00; positive anterior drawer test: 17.1% versus 53.3%, p 0.002; positive Lachman test: 2.4% versus 20%, p 0.037; arthrometer side-to-side difference (KT-1000-MEDmetrics®) 0.5 mm versus 2 mm, p 0.002). Extension deficit was more evident in the transtibial group (2.5 degrees versus 0.98 degrees, p 0.013). CONCLUSION: in this study, transportal technique gave better results than the transtibial technique regarding articular stability function and articular mobility.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9JNJGY
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstudo comparativo
dc.subjectJoelhos Cirurgia
dc.subjectLigamento cruzado anterior/cirurgia
dc.subjectResultado de tratamento
dc.subjectInstabilidade articular
dc.subjectProcedimentos cirúrgicos reconstrutivos
dc.subjectArticulação do joelho
dc.subjectArtroscopia/métodos
dc.subject.otherInstabilidade articular
dc.subject.otherReconstrução do ligamento cruzado anterior
dc.subject.otherCirurgia
dc.titleComparação entre os resultados funcionais e da estabilidade articular da reconstrução do ligamento cruzado anterior pelas técnicas transportal e transtibial
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Marco Antonio Percope de Andrade
local.contributor.advisor1Tarcizo Afonso Nunes
local.description.resumoINTRODUÇÃO: a cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho objetiva restabelecer a estabilidade e melhorar a função articular. A técnica transtibial foi considerada padrão-ouro no tratamento por vários anos, entretanto, estudos biomecânicos e anatômicos geraram questionamentos sobre a sua eficácia em restaurar a homeostase articular. A proposição da reconstrução anatômica por meio da técnica transportal do ligamento cruzado anterior foi desenvolvido no intuito de melhorar os resultados cirúrgicos. OBJETIVOS: comparar os resultados clínicos entre as técnicas transportal e transtibial, avaliando os pacientes operados no intervalo entre 2007 e 2010. MÉTODOS: foram avaliados 71 joelhos em 61 pacientes submetidos à cirurgia de reconstrução ligamentar. Foram avaliados 41 joelhos operados pela técnica transportal e 30 joelhos operados pela técnica transtibial. Os pacientes foram acompanhados por parâmetros clínicos de satisfação pós-operatória (IKDC e Lysholm), pela estabilidade (ressalto, gaveta anterior, teste de Lachman e KT- 1000-MEDmetrics®) e pela função articular global (amplitude de movimento final, perimetria da coxa, desempenho ao hop test monopodálico). RESULTADOS: os joelhos operados pela técnica transportal e pela técnica transtibial apresentaram, respectivamente, os seguintes resultados: ressalto positivo 14,6% versus 60% (p=0,00); gaveta positiva 17,1% versus 53,3% (p=0,002); teste de Lachman positivo 2,4% versus 20% (p=0,037); diferença lado-lado pelo artrômetro (KT- 1000-MEDmetrics®) 0,5 mm versus 2 mm (p =0,002). O déficit de extensão foi maior no grupo transtibial (2,5 graus versus 0,98 graus, p=0,013). CONCLUSÃO: a técnica transportal apresentou melhores resultados em termos de estabilidade e menos perda de extensão articular quando comparada à técnica transtibial. Não houve diferença entre as técnicas pela avaliação funcional.
local.publisher.initialsUFMG

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