Há diferenças de gênero na manifestação do autismo?
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
O Transtorno do Espectro do Autismo, de um modo geral, afeta mais homens que mulheres na população, a razão seria quatro homens para uma mulher e uma diferença ainda mais significativa na Síndrome de Asperger, nove homens para uma mulher. O que leva ao questionamento se existe, realmente, diferenças de gênero na manifestação do autismo. Pesquisadores buscam descobrir, por meio de testes e questionários, se existem e quais seriam essas diferenças de gênero. Alguns apontam duas principais características diferenciadas para meninos e meninas, acreditando serem a empatia mais forte nas meninas e a sistematização, mais preponderante nos meninos. Para estes autores, a compreensão das diferenças de características em pessoas masculinas e femininas típicas poderiam levar ao conhecimento das condições do espectro do autismo. Já outros autores dizem não terem descoberto, por meio das suas investigações, diferenças significativas entre meninos e meninas em questões comportamentais ou mesmo cognitivas em pessoas autistas. Fatores como idade, QI e mesmo os métodos de recrutamento e seleção empregados para pesquisas são preponderantes para um resultado mais fidedigno.
Abstract
The Autism Spectrum Disorder, in general, affects more men than women in the population, the ratio being four men for each woman and an even more significant difference in the Asperger’s Syndrome, nine men for each woman. Which leads to the question whether really are gender differences in the manifestation of autism. Researchers seeks to find, through tests and questionings, if there are and which could be these gender differences. Some point to two major characteristics, differentiated for boys and girls, believing being the stronger empathy in girls and systematization, more preponderant in boys. For these authors, the comprehension in the differences in characteristics in typical male and female people could lead to the knowledge of the autism spectrum’s conditions. Other authors say they didn’t find, through their investigations, significant differences between boys and girls in behavioral or even cognitive issues in autistic people. Factors such as age, IQ and even the methods of recruiting and selecting employees for researches are preponderant for a more reliable result.
Assunto
Palavras-chave
Transtorno do espectro do autismo, Gênero, Empatia, Sistematização, Hiper-masculinização do estilo cognitivo