Avaliação do atendimento da legislação brasileira sobre qualidade da água para o consumo humano por uma companhia de saneamento: o caso da COPASA

dc.creatorLuiz Eduardo Murta Gomes
dc.date.accessioned2019-08-13T04:09:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:35:05Z
dc.date.available2019-08-13T04:09:11Z
dc.date.issued2004-12-17
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ENGD-68ZLRT
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAbastecimento de água
dc.subjectMeio ambiente
dc.subjectÁgua Controle de qualidade
dc.subjectRecursos hídricos Desenvolvimento
dc.subjectEngenharia sanitária Minas Gerais
dc.subjectEngenharia sanitária
dc.subjectSaneamento
dc.subject.otherAbastecimento de água
dc.subject.otherControle qualidade
dc.subject.otherConsumo humano
dc.titleAvaliação do atendimento da legislação brasileira sobre qualidade da água para o consumo humano por uma companhia de saneamento: o caso da COPASA
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Leo Heller
local.contributor.referee1Rafael Kopschitz Xavier Bastos
local.contributor.referee1Valter Lucio de Padua
local.contributor.referee1Cristina Célia Silveira Brandão
local.contributor.referee1Maria Cristina Alves Cabral Schembri
local.description.resumoA proposta desta pesquisa foi avaliar o atendimento do controle de qualidade da água para consumo humano da COPASA, comparando-o com os padrão de potabilidade recomendado pela legislação em vigor - a Portaria 518/2004, do Ministério da Saúde a partir do exame de uma série histórica de dados de 27 localidades abastecidas pela empresa, relativa ao período de 2002 e 2003. A COPASA é a concessionária de saneamento básico do Estado de Minas Gerais e abastece 68% de sua população. Concluiu-se que a qualidade de água distribuída atendeu, de forma sistemática, ao padrão bacteriológico de potabilidade (presença de coliformes totais em , no máximo, 5% das amostras). O controle de qualidade de água dos parâmetros operacionais (turbidez, cor e pH) tem sido satisfatório, pois em 89% das cidades analisadas, abastecidas pela COPASA, os limites desses parâmetros têm sido atendidos. A melhoria do controle de qualidade de água observada na passagem do ano 2002 para 2003 foi pequena, considerando-se os resultados da região metropolitana de Belo Horizonte. Para as demais regiões investigadas, essa evolução praticamente não ocorreu. O monitoramento dos corpos d'água deixa a desejar, devido a falta de uma ação uniforme, apesar da empresa possuir um planejamento para proteção dos mananciais, no qual encontra-se incorporada a ênfase do controle de qualidade de água bruta. Esse plano requer investimentos, porém necessita ser efetivamente priorizado. Programa de Pós-graduação em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos da UFMG III
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
luiz_eduardo_murta_gomes.pdf
Tamanho:
3.1 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format