Desenvolvimento econômico e a produção do território no Brasil: as promessas do territorialismo competitivo

dc.creatorWeslley Antonio Tadeu Monteiro Cantelmo
dc.date.accessioned2019-08-11T23:44:04Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:51:47Z
dc.date.available2019-08-11T23:44:04Z
dc.date.issued2014-09-05
dc.description.abstractThis study aims to discuss the production of territory in Brazil, for which category of analysis is the concept of development and its influence upon hegemonic practices in Brazilian society. The historical and geographical processes of Brazilian societys development were driven by promises of inclusion in modernity. The concept of development, unfolded from the idea of progress, was a social fuel which supplied this move of capitalist relations in Brazil in the 20th century. Therefore, the dominant idea of rulers has generally been the inclusion of Brazilian regions in the circuit of capitalist competition. Nevertheless, the process showed several distortions from which arose political resistance movements in favor of better planned territorial production perspectives as opposed to those formerly theoretically provided, i.e. developmental capitalism. Thus this study means to identify the elements of a dialectical movement between territorial production based on logical principles of development and other forms, contrary to this principle. It was then verified that the developmental conception has been enhanced in Brazilian social domain, under the influence of its elites, with strategies based on reproduction, which stress the discourse in favor of production of competing territories.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/IGCC-9SYLFP
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGeografia
dc.subject.otherTerritorialismo
dc.subject.otherTerritório
dc.subject.otherDesenvolvimento
dc.subject.otherPoder
dc.titleDesenvolvimento econômico e a produção do território no Brasil: as promessas do territorialismo competitivo
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ricardo Alexandrino Garcia
local.contributor.advisor1Carlos Fernando Ferreira Lobo
local.contributor.referee1Ricardo Alexandrino Garcia
local.contributor.referee1Adriana de Miranda-ribeiro
local.contributor.referee1Celio Augusto da Cunha Horta
local.description.resumoO presente trabalho procura discutir a produção do território no Brasil, tendo como categoria de análise a noção de desenvolvimento e sua influência sobre as práticas hegemônicas na sociedade brasileira. O processo histórico-geográfico de formação da sociedade brasileira foi regido por promessas acerca da inserção na modernidade. A noção de desenvolvimento, desdobrada da noção de progresso, foi o combustível social de sustentação desse movimento de inserção das relações capitalistas no Brasil durante o século XX. Assim, a ideia prevalecente nos governos, de um modo geral, tem sido a inserção das regiões brasileiras no circuito competitivo capitalista. Contudo, esse processo apresentou diversas distorções, que foram causadoras de movimentos de resistência política em favor da produção de territórios pensados em perspectivas diferentes da defendida formalmente, ou seja, capitalista-desenvolvimentista. Desse modo, procura-se com este trabalho identificar os elementos de um movimento dialético entre a forma de produção territorial baseada nos princípios lógicos do desenvolvimento e formas outras, contestadoras dessa racionalidade. Nesse sentido, verificou-se que o pensamento desenvolvimentista tem sido construído, no espaço social brasileiro, sob a influência de suas elites, como uma estratégia de reprodução, que ressalta o discurso em favor da produção de territórios competitivos.
local.publisher.initialsUFMG

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