Analise da resposta inflamatória utilizando bomba de roletes ou bomba centrífuga para circulação extracorpórea em operações de revascularização do miocárdio

dc.creatorRenato Braulio
dc.date.accessioned2019-08-09T20:14:51Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:07:41Z
dc.date.available2019-08-09T20:14:51Z
dc.date.issued2009-12-15
dc.description.abstractObjetivo: O objetivo dessa pesquisa foi comparar a intensidade da resposta inflamatória sistêmica (RIS) após a utilização da bomba de roletes ou da bomba centrífuga para circulação extracorpórea (CEC) em operações de revascularização do miocárdio (RM), tendo como parâmetro as medidas das citocinas: Receptor Solúvel tipo 1 do Fator de Necrose Tumoral (FNT rs1), Interleucina 6 (IL6), Proteína Quimiotática do Monócito tipo 1 (MCP1) e Proteína Inflamatória Macrocitária tipo 1 alfa (MIP1a) Método: Foram realizadas as dosagens das citocinas FNT rs1 , IL6 , MCP1 e MIP1a pelo método ELISA, em 43 pacientes submetidos a RM com CEC, sendo 22 pacientes (grupo I) com o uso de bomba de roletes e 21 pacientes (grupo II) com o uso de bomba centrífuga. Em cada paciente foram realizadas seis coletas de sangue arterial para as análises. 1ª coleta: antes da indução anestésica; 2ª coleta: durante a CEC; 3ª coleta: após a desclampagem da aorta; 4ª coleta: 2 horas após a operação; 5ª coleta: 6 horas após a operação; 6ª coleta: 24 horas após a operação. Os dados encontrados foram analisados e comparados entre os grupos. Resultados: Em ambos os grupos houve aumento dos níveis séricos de todas as citocinas após a CEC. Na análise multivariada o aumento do MCP1 foi significativamente maior (P= 0,028) no grupo I do que no grupo II. O pico sérico de aumento das citocinas ocorreu duas horas (medida 4) e seis horas (medida 5) após a operação. As análises das diferenças entre os picos na medida 4 e 5 comparadas aos níveis basais, medida 1, demonstraram diferenças significativas entre IL6 (5-1) (P= 0,013); FNT rs1 (5-1) (P=0,049); MCP1 (5-1) (P= 0,035); FNT rs1 (4-1) (P=0,037). Não ocorreram modificações significativas nos níveis de MIP1a. Conclusão: Ambos os métodos de CEC induziram resposta inflamatória mediada por citocinas. Entretanto, a CEC com o uso de bomba de roletes induziu maior resposta inflamatória do que o uso de bomba centrífuga.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-84SJY6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectInterleucina-6
dc.subjectFatores de necrose tumoral
dc.subjectCirculação Extracorpórea
dc.subjectRevascularização miocárdica
dc.subjectBombas Centrífugas
dc.subjectProteínas Quimioatraentes de Monócitos
dc.subjectCitocinas
dc.subjectCirurgia
dc.subjectOftalmologia
dc.subjectSíndrome de resposta inflamatória sistêmica
dc.subject.otherCiência Aplicada à Cirurgia e à Oftalmologia
dc.titleAnalise da resposta inflamatória utilizando bomba de roletes ou bomba centrífuga para circulação extracorpórea em operações de revascularização do miocárdio
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Antonio Luiz Pinho Ribeiro
local.contributor.advisor1Marcelo Dias Sanches
local.contributor.referee1Sergio Figueiredo Campos Christo
local.contributor.referee1Rodrigo Gomes da Silva
local.description.resumoObjetivo: O objetivo dessa pesquisa foi comparar a intensidade da resposta inflamatória sistêmica (RIS) após a utilização da bomba de roletes ou da bomba centrífuga para circulação extracorpórea (CEC) em operações de revascularização do miocárdio (RM), tendo como parâmetro as medidas das citocinas: Receptor Solúvel tipo 1 do Fator de Necrose Tumoral (FNT rs1), Interleucina 6 (IL6), Proteína Quimiotática do Monócito tipo 1 (MCP1) e Proteína Inflamatória Macrocitária tipo 1 alfa (MIP1a) Método: Foram realizadas as dosagens das citocinas FNT rs1 , IL6 , MCP1 e MIP1a pelo método ELISA, em 43 pacientes submetidos a RM com CEC, sendo 22 pacientes (grupo I) com o uso de bomba de roletes e 21 pacientes (grupo II) com o uso de bomba centrífuga. Em cada paciente foram realizadas seis coletas de sangue arterial para as análises. 1ª coleta: antes da indução anestésica; 2ª coleta: durante a CEC; 3ª coleta: após a desclampagem da aorta; 4ª coleta: 2 horas após a operação; 5ª coleta: 6 horas após a operação; 6ª coleta: 24 horas após a operação. Os dados encontrados foram analisados e comparados entre os grupos. Resultados: Em ambos os grupos houve aumento dos níveis séricos de todas as citocinas após a CEC. Na análise multivariada o aumento do MCP1 foi significativamente maior (P= 0,028) no grupo I do que no grupo II. O pico sérico de aumento das citocinas ocorreu duas horas (medida 4) e seis horas (medida 5) após a operação. As análises das diferenças entre os picos na medida 4 e 5 comparadas aos níveis basais, medida 1, demonstraram diferenças significativas entre IL6 (5-1) (P= 0,013); FNT rs1 (5-1) (P=0,049); MCP1 (5-1) (P= 0,035); FNT rs1 (4-1) (P=0,037). Não ocorreram modificações significativas nos níveis de MIP1a. Conclusão: Ambos os métodos de CEC induziram resposta inflamatória mediada por citocinas. Entretanto, a CEC com o uso de bomba de roletes induziu maior resposta inflamatória do que o uso de bomba centrífuga.
local.publisher.initialsUFMG

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