Padrão respiratório e movimento toracoabdominal durante o exercício em indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crônica.

dc.creatorGislaine de Souza Alves
dc.date.accessioned2019-08-09T16:33:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:27:39Z
dc.date.available2019-08-09T16:33:41Z
dc.date.issued2006-11-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MSMR-6XLHLQ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVentilação pulmonar
dc.subjectAbdome
dc.subjectTórax
dc.subjectPletismografia
dc.subjectDoença Pulmonar Obstrutiva Crônica
dc.subject.otherpulmões
dc.subject.otherdoenças obstrutivas
dc.subject.othertórax
dc.subject.otherabdômen
dc.titlePadrão respiratório e movimento toracoabdominal durante o exercício em indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crônica.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Veronica Franco Parreira
local.contributor.advisor1Raquel Rodrigues Britto
local.contributor.referee1Simone Dal Corso
local.contributor.referee1Marcelo Velloso
local.description.resumoOs indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) podem apresentar anormalidades no padrão respiratório e no movimento toracoabdominal que contribuem para a limitação ao exercício. O objetivo deste estudo foi comparar o padrão respiratório e o movimento toracoabdominal no repouso e durante o exercício progressivo no cicloergômetro em pacientes com DPOC. Foram avaliados 22 pacientes com média de idade de 68 ± 8 anos (média ± desvio-padrão), índice de massa corporal de 23 ± 3 Kg/m2, volume expiratório forçado no 1° segundo (VEF1) de 42,6 ± 13,5% do previsto. A pletismografia respiratória por indutância foi utilizada para análise dos componentes de volume e tempo do padrão respiratório e movimento toracoabdominal durante repouso e em três fases do exercício progressivo (30-50%, 70-80% e 100% da maior carga atingida) realizado na bicicleta mecânica. O protocolo foi realizado com o indivíduo pedalando inicialmente em 20 watts, com incrementos de 10 watts a cada 2 minutos até a exaustão ou até que 90% da freqüência cardíaca máxima fosse alcançada. As seguintes variáveis foram avaliadas a cada ciclo respiratório: freqüência respiratória (FR), volume corrente (VC), ventilação minuto (VE), tempo inspiratório (Ti), tempo expiratório (Te), tempo total do ciclo respiratório (Ttot), razão do tempo inspiratório pelo tempo total do ciclo respiratório (Ti/Ttot), fluxo inspiratório médio (VC/Ti), contribuição do abdômen (AB) para o volume corrente e ângulo de fase (AngFase). Para análise dos dados foi utilizada ANOVA para medidas repetidas seguida de contraste pré-planejado e correção de Bonferroni (p<0,008). Como esperado, houve aumento progressivo da VE, VC da FR (p=0,001). A contribuição de AB aumentou significativamente do repouso (49,82 ± 11,19%) para o exercício (63,96 ± 9,79; 63,46 ± 10,46 e 66,03 ± 10,46% respectivamente em 30-50%, 70-80% e 100%). O AngFase variou de 11,95 ± 7,24 no repouso para 22,30 ± 8,74 durante o exercício máximo indicando aumento da assincronia durante o exercício (p=0,001). Estes resultados demonstram que o aumento da ventilação nos pacientes com DPOC durante exercício progressivo em cicloergômetro está relacionado ao aumento da freqüência respiratória e do volume corrente associado principalmente ao aumento da contribuição abdominal, sugerindo maior participação do diafragma.
local.publisher.initialsUFMG

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