Correlação entre o pico do fluxo da tosse e os parâmetros clínicos e funcionais nas doenças neuromusculares

dc.creatorPriscilla Barreto Paula
dc.date.accessioned2019-08-11T13:03:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:08:14Z
dc.date.available2019-08-11T13:03:11Z
dc.date.issued2010-09-03
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/GMGS-8DQUUT
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDoenças neuromusculares
dc.subjectFluxo expiratório forçado
dc.subjectTerapia respiratória
dc.subjectTosse
dc.subjectPico do fluxo expiratório
dc.subjectCriança
dc.subjectAdolescente
dc.subjectPediatria
dc.subject.otherDNM
dc.subject.otherfluxo de tosse
dc.titleCorrelação entre o pico do fluxo da tosse e os parâmetros clínicos e funcionais nas doenças neuromusculares
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Maria Teresa Mohallem Fonseca
local.contributor.advisor1Laura Maria de Lima Belizario Facury Lasmar
local.contributor.referee1Zilda Maria Alves Meira
local.contributor.referee1Juliana Gurgel Giannetti
local.description.resumoDurante a Faculdade de Fisioterapia, tive a oportunidade de acompanhar o caso de uma criança com distrofia muscular de Duchenne, época em que fui monitora dos alunos do 8º período no ambulatório de fisioterapia respiratória. Nessa ocasião, intrigou-me o motivo pelo qual não foram abordados pelos professores os aspectos relevantes da avaliação respiratória e o tratamento de pacientes com doenças neuromusculares (DNM). Posteriormente, durante a especialização em fisioterapia respiratória, integrei a equipe de doenças neuromusculares do Hospital das Clínicas da UFMG e, a partir daí, iniciei o acompanhamento de crianças e adolescentes com diferentes diagnósticos de DNM. Pude familiarizar-me com a medida do pico do fluxo da tosse (PFT), ainda pouco utilizada por profissionais da área da saúde. Logo surgiu a necessidade de estudar de forma mais detalhada a literatura disponível sobre o pico do fluxo da tosse e a abordagem pneumológica nesse grupo de doenças, entretanto, algumas dúvidas ainda não conseguiam ser respondidas pelos estudos, tais como: durante a rotina de acompanhamento a essas crianças e adolescentes, quais são os métodos de avaliação respiratória mais indicados? Qual a periodicidade dessas avaliações? Qual a relevância da medida do pico do fluxo da tosse e sua correlação com os parâmetros de avaliação clínico-funcional nesses pacientes? Essas questões, aliadas ao fato de que a cada dia número mais elevado de crianças e adolescentes é referido aos serviços de pneumologia e neurologia pediátrica do Hospital das Clínicas, estimularam o desenvolvimento desta pesquisa. Para tanto, a equipe investiu em equipamentos que possibilitassem a avaliação respiratória das crianças e adolescentes com DNM e, ainda, permitiu o desenvolvimento desta pesquisa com vistas a não somente contribuir para o conhecimento sobre a avaliação respiratória nas DNMs, mas também possibilitar a implementação de acompanhamento pneumológico a esses pacientes com equipamentos específicos e indispensáveis ao propósito. Portanto, o presente estudo tem como objetivo avaliar a correlação do PFT com os parâmetros clínicos e funcionais de crianças e adolescentes com DNM, uma vez que o equipamento no qual se mede o PFT é um instrumento de medida de baixo custo financeiro, portátil e de fácil manuseio. Essas características, aliadas às perspectivas futuras de tratamento dessas doenças, tornam o PFT de importante valor clínico na monitoração de crianças e adolescentes com DNM de forma acessível a toda a equipe multidisciplinar, ao próprio paciente e seus familiares.
local.publisher.initialsUFMG

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