Nepheline syenites to syenites and granitic rocks of the Itatiaia Alkaline Massif, Southeastern Brazil: new geological insights into a migratory ring Complex
Carregando...
Data
Autor(es)
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Artigo de periódico
Título alternativo
Sienitos nefelínicos a sienitos e rochas graníticas do Maciço Alcalino de Itatiaia, Sudeste do Brasil: novos insights geológicos sobre um complexo de anéis migratórios
Primeiro orientador
Membros da banca
Resumo
The Itatiaia Alkaline Massif comprises some of the largest meso-cenozoic alkaline igneous occurrences in Brazil, covering over 215 km2
between the states of Minas Gerais and Rio de Janeiro. It appears as an elongated, 30-km long and 4.5–11.5-km wide SE-NW-trending body emplaced
along accommodation zones of the Continental Rift of Southern Brazil, intruding metapelites, orthogneiss and granites of the Brasília and Ribeira fold
belts. New data and geological mapping suggest that the massif evolved from a migratory magmatic center manifested as ring structures and successive
moon-shaped intrusions from SE to NW in three sectors of distinct lithological and geomorphological characteristics: Southeastern, Central and Northwestern. The lithological variants in the three sectors present themselves as discrete intrusive bodies, comprising feldspathoid-bearing and quartz-bearing
syenites, porphyritic to breccioid trachytes, granite, monzonite, gabbro and trachybasalt, which can be grouped into 21 units. These rocks occur in five
petrographical sets: plagioclase-free nepheline syenites, plagioclase-bearing nepheline syenite and pulaskites, nordmarkite-granite series, anti-rapakivi
associations and basic rocks. Sin- to tardi-plutonic dykes of nephelinites, phonolites, trachytes and rhyolites are also present.
Abstract
O Maciço Alcalino de Itatiaia compreende algumas das maiores ocorrências ígneas alcalinas mesocenozóicas do Brasil, cobrindo mais de 215 km2
entre os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Ele aparece como um corpo alongado, com 30 km de comprimento e 4,5–11,5 km de largura, com tendência SE-NW, posicionado
ao longo de zonas de acomodação do Rift Continental do Sul do Brasil, intrudindo metapelitos, ortognaisses e granitos dos cinturões de dobras Brasília e Ribeira.
Novos dados e mapeamento geológico sugerem que o maciço evoluiu de um centro magmático migratório manifestado como estruturas em anel e sucessivas
intrusões em forma de lua de SE a NW em três setores de características litológicas e geomorfológicas distintas: Sudeste, Central e Noroeste. As variantes litológicas nos três setores se apresentam como corpos intrusivos discretos, compreendendo sienitos feldspatoides e quartzosos, traquitos porfiríticos a breccioides, granito, monzonita, gabro e traquibasalto, que podem ser agrupados em 21 unidades. Essas rochas ocorrem em cinco conjuntos petrográficos: nefelina sienitos livres de plagioclásio, nefelina sienito e pulasquitos portadores de plagioclásio, séries nordmarkita-granito, associações anti-rapakivi e rochas básicas. Diques sin- a tardi-plutônicos de nefelinitos, fonolitos, traquitos e riolitos também estão presentes.
Assunto
Rochas Ígneas Alcalinas, Quartzo, Mapeamento Geológico
Palavras-chave
Alkalic igneous rocks, Quartz, Geological mapping
Citação
Departamento
Curso
Endereço externo
https://www.scielo.br/j/bjgeo/a/dnRDsTTfJfjVZx3xDRFMDvS/