Modulação da inflamação como possível estratégia para profilaxia e tratamento das epilepsias

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Monografia de especialização

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Membros da banca

Walter Luís Garrido Cavalcante
Maria Carolina Machado da Silva

Resumo

A epilepsia é uma doença neurológica crônica, com elevados índices de incapacitação e prejuízo funcional. Dentre os mecanismos fisiopatológicos a desregulação da ativação de células e produção de moléculas inflamatórias no tecido neuronal lesado é um fator crítico para o desenvolvimento da epilepsia. Moléculas inflamatórias têm atividade pró-convulsivante em vários modelos de convulsão, provavelmente pela diminuição do limiar convulsivo por meio de interações funcionais com sistemas clássicos de neurotransmissores. Esses achados revelam novas comunicações glioneuronais no tecido epiléptico que destacam possíveis novos alvos para a intervenção terapêutica. Dessa forma, o objetivo deste trabalho é revisar o papel de moléculas inflamatórias na fisiopatologia das epilepsias e o efeito dos fármacos antiinflamatórios usados para o tratamento. Ao longo desta revisão é possível observar como os efeitos da inflamação no cérebro contribuem para a geração de convulsões individuais e morte celular, o que, por sua vez, estabelece um ciclo vicioso de eventos que contribuem para o desenvolvimento da epilepsia.

Abstract

Assunto

Farmacologia, Cérebro, Epilepsia, Inflamação

Palavras-chave

Cérebro, Epilepsia, Fármacos, Mediadores inflamatórios, Neuroinflamação

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