As interfaces socioambientais de um lugar em reconstrução: distrito Serra do Cipó/Minas Gerais

dc.creatorChristiane Vilela Cardoso
dc.date.accessioned2019-08-11T17:04:09Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:15:41Z
dc.date.available2019-08-11T17:04:09Z
dc.date.issued2008-08-12
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-8JQFFZ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCultura
dc.subjectÁreas de conservação de recursos naturais Cipó, Serra do (MG)
dc.subjectIdentidade
dc.subject.otherUnidades de conservação
dc.subject.otherComunidade local
dc.subject.otherCultura
dc.subject.otherIdentidade
dc.titleAs interfaces socioambientais de um lugar em reconstrução: distrito Serra do Cipó/Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Bernardo Machado Gontijo
local.contributor.referee1Maria Aparecida dos S Tubaldini
local.contributor.referee1Jose Antonio Souza de Deus
local.description.resumoO distrito Serra do Cipó, ex Cardeal Mota, vem se constituindo em palco de mudança socioespaciais desde a implantação das Unidades de Conservação: Parque Nacional da Serra do Cipó e Área de Proteção Ambiental Morro da Pedreira. O crescimento urbano e populacional, ao longo da rodovia MG-010, e o incentivo à atividade turística, geram um contexto de desenvolvimento, com aspectos predatórios e de grande impacto sobre o meio ambiente e a qualidade de vida da comunidade local. A preocupação com a preservação da identidade cultural definiu o escopo desta pesquisa, que através da perspectiva histórica, visa analisar as transformações e permanências, a partir da criação das UC´s e, até que ponto, pode influenciar na organização socioambiental, com a chegada de outros atores sociais, o outsiderness.A exclusão de segmentos da comunidade, nos processos decisórios, vem comprometendo o desenvolvimento local, assim como, privilegiando interesses que não apontam para a valorização da sua cultura. Os novos arranjos espaciais refletem no modo de vida de uma comunidade que vem recebendo influências externas, ameaçando a identidade e o saber tradicional. A prática conservacionista e a atuação dos órgãos públicos colocam a comunidade local, a margem do processo de gestão do lugar. Torna-se urgente e necessário o encontro de novas modalidades de envolvimento dessa comunidade para promover a sustentabilidade cultural, ecológica, social, a partir da retomada dos valores tradicionais e participação política.A metodologia adotada parte do levantamento teórico bibliográfico, dos temas pertinentes a esse estudo; observação participante, proporcionada pela vivência na localidade e a oralidade, instrumento fundamental de percepção de toda complexidade que envolve o estudo. Pretendeu-se fazer um recorte histórico do lugar e perceber a singularidade, dos hábitos e costumes da comunidade, assim como os reflexos, na dinâmica interna. O primeiro capítulo trata da contextualização histórico-geográfica do distrito, considerando os aspectos físicos, econômicos e sociais, perpassando por todo o processo de ocupação. O segundo capítulo aborda a criação do Parque Nacional da Serra do Cipó e Área de Proteção Ambiental Morro da Pedreira, promovendo um reordenamento do lugar. O terceiro capítulo realça os reflexos da implantação das Unidades de Conservação no asfalto, tendo em vista a transformação local, a cultura e a identidade da comunidade, a partir do avanço das atividades com o turismo, e o último capítulo reflete sobre a elaboração do Plano Diretor do município de Santana do Riacho e o Plano de Manejo do PARNASC e APAMP, constituindo como vetores de participação comunitária e articulação dos órgãos públicos, na perspectiva de uma gestão compartilhada.
local.publisher.initialsUFMG

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